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SP amplia vacinação contra febre amarela após confirmação em Santo André

Governo de São Paulo amplia vacinação contra febre amarela na Grande São Paulo após confirmação de macaco infectado em Santo André; campanha prioriza áreas de risco

Funcionária do laboratório do Instituto Adolfo Lutz com amostra para testes de febre amarela
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  • Governo de São Paulo amplia a vacinação contra febre amarela na Grande São Paulo após a identificação de macaco infectado em Santo André na segunda-feira, 25.
  • Vacinação está disponível nas Unidades Básicas de Saúde sem necessidade de agendamento.
  • A febre amarela se transmite por mosquitos; primatas indicam circulação do vírus, e não há transmissão pessoa a pessoa. Não ocorre febre amarela urbana no Brasil desde 1942.
  • Em todo o estado, são nove casos confirmados neste ano, com cinco mortes; nenhuma vítima havia sido vacinada.
  • Em Santo André, a vacina é indicada a partir de 6 meses; dose zero para 6 a 8 meses; pessoas acima de 60 anos, gestantes ou lactantes precisam de avaliação médica. Nos demais municípios da região, vacina a partir de 9 meses; quem for viajar deve se vacinar pelo menos dez dias antes.

O governo do estado ampliou a vacinação contra a febre amarela na Grande São Paulo após a identificação, na segunda-feira (25), de um macaco infectado em Santo André. A confirmação levou a Secretaria de Estado da Saúde a intensificar a campanha. A orientação é procurar a UBS mais próxima, sem precisar de agendamento.

A febre amarela não se transmite entre pessoas nem de macacos para humanos. O contágio ocorre apenas pela picada de mosquitos infectados em áreas silvestres, principalmente Haemagogus e Sabethes. Os primatas ajudam a sinalizar a circulação do vírus.

Nos humanos, nove casos foram confirmados neste ano no estado, com cinco mortes. Segundo a secretaria, nenhuma vítima estava vacinada.

Ampliação da vacinação na Grande SP

Em Santo André, a vacinação é indicada a partir de 6 meses. De 6 a 8 meses, pode haver dose zero, que não substitui o calendário regular. Gestantes, lactantes e idosos acima de 60 podem ser vacinados após avaliação médica.

Nos demais municípios da região, como São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra, recomenda-se vacinação a partir de 9 meses para quem não foi imunizado ou possui esquema incompleto.

A vacina está disponível nas UBSs e integra o calendário nacional. O Ministério da Saúde orienta duas doses para crianças menores de 5 anos e dose única para os demais. Viajar para áreas com circulação do vírus requer vacinação 10 dias antes.

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