- Um em cada quatro caminhões circula com ocupantes sem cinto de segurança nas rodovias do Triângulo Mineiro.
- Irregularidades também ocorrem em 10% dos veículos leves pesquisados.
- A ausência do cinto esteve relacionada a 35% das mortes no trânsito na região.
- A Polícia Rodoviária Federal reforça a fiscalização e pode multar ou reter veículos sem o equipamento.
- A Secretaria de Saúde do Triângulo Mineiro destaca prevenção, respeito aos limites de velocidade, não dirigir sob influência de álcool ou drogas e evitar distrações.
O levantamento realizado pela Empresa de Pesquisa Rodoviária (EPR) aponta que um em cada quatro caminhões circula com ocupantes sem cinto de segurança nas rodovias do Triângulo Mineiro. A irregularidade também é comum em veículos leves, com ocorrência de 1 em cada 10, e a ausência do equipamento foi associada a 35% das mortes no trânsito na região.
O estudo abrangeu as principais rodovias do Triângulo Mineiro, região com grande circulação de caminhões e veículos leves. Os dados indicam que o cinto de segurança continua sendo uma das principais causas de mortes e ferimentos graves em acidentes, reforçando a necessidade de fiscalização e de conscientização.
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) reforça a importância do uso do cinto e realiza ações constantes de fiscalização nas rodovias da região. Motoristas flagrados sem o equipamento podem receber multa e ter o veículo retido. A Secretaria de Saúde do Triângulo Mineiro ressalta a prevenção como medida essencial para evitar acidentes, além de limites de velocidade e evitar dirigir sob efeito de álcool ou drogas.
Medidas de segurança
- Uso do cinto de segurança por todos os ocupantes
- Respeito aos limites de velocidade
- Não dirigir sob efeito de álcool ou drogas
- Evitar distrações ao volante
- Fiscalização constante nas rodovias
Dados do levantamento
- 25% dos caminhões circulam sem cinto de segurança
- 10% dos veículos leves apresentam irregularidades
- 35% das mortes no trânsito estão relacionadas à ausência do cinto de segurança
Fonte: EPR; com participação da PRF e Secretaria de Saúde do Triângulo Mineiro.
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