- Monalliza Neves Escafura, 30 anos, filha do bicheiro Piruinha, foi presa em casa, em Ipanema, na Zona Sul do Rio, nesta quinta-feira, 28, em operação do Ministério Público do Rio de Janeiro, via GAeCO/MPRJ e CSI/MPRJ.
- Ela é acusada de chefiar uma organização criminosa ligada ao jogo do bicho, tendo herdado o comando de pontos clandestinos após a morte do pai, em 22 de janeiro de 2025; o esquema movimentou cerca de meio milhão de reais.
- A prisão ocorreu na residência da família, na Área, durante a ongoing investigação conduzida pelos órgãos do MP.
- Em junho de 2024, Monalliza já tinha sido presa sob denúncia de envolvimento na morte do comerciante Natalino José do Nascimento Espínola, neto de Natal da Portela; o crime ocorreu em julho de 2021 por dívida com contraventores, e ela foi solta no mês seguinte com habeas corpus e medidas cautelares.
- Fotos da filha costumam ser compartilhadas pela mãe, Edclea Neves, no Instagram, embora Monalliza mantenha perfis discretos.
Monalliza Neves Escafura, 30 anos, foi presa nesta quinta-feira, 28. Ela é acusada de chefiar uma organização criminosa ligada ao jogo do bicho. A prisão ocorreu em sua residência, no bairro de Ipanema, na Zona Sul do Rio de Janeiro.
A investigação aponta que Monalliza herdou o comando direto de pontos clandestinos do jogo do bicho após a morte do pai, o bicheiro Piruinha, em 22 de janeiro de 2025. O esquema movimentaria cerca de meio milhão de reais.
A atuação da filha teria ocorrido em parceria com membros da organização, segundo denúncias apresentadas pelo Ministério Público do Rio de Janeiro. O Ministério Público, por meio do GAECO e da CSI, deflagrou a operação que resultou na detenção.
Monalliza já teve envolvimento em outra operação anterior, em junho de 2024, quando foi presa sob suspeitas relacionadas à morte do comerciante Natalino José do Nascimento Espínola, neto de Natal da Portela. O caso envolve dívidas com contraventores.
A defesa de Monalliza nega as acusações, afirmando que não há provas suficientes para sustentar a liderança do grupo. A investigação aponta vínculos entre a família Piruinha e a prática de atividades ilegais no setor do jogo do bicho.
As apurações continuam para apurar o alcance da organização criminosa e identificar outros possíveis envolvidos. Não houve relatos de incidentes adicionais até o momento.
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