Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Mulher presa por tortura de animais vendia vídeos por 50 euros, diz polícia

Mulher é presa em São Paulo por gravar tortura de animais e vender vídeos entre 20 e 50 euros; denúncia partiu de ONG búlgara e conteúdos usados no Discord

Photo
0:00
Carregando...
0:00
  • Mulher identificada pela tatuagem foi presa na Bela Vista, região central de São Paulo, na manhã desta quinta-feira (28), suspeita de gravar maus-tratos a animais e vender vídeos por entre vinte e cinquenta euros.
  • Denúncia partiu de uma ONG da Bulgária, que apontou gravações de tortura a coelhos e pintinhos vendidas em plataformas como o Discord e redes semelhantes.
  • Mandado de prisão já havia sido expedido; a detenção ocorreu após a identificação da suspeita por tatuagens e marcas nas pernas.
  • Em depoimento, ela confessou os crimes, disse tratar-se de conteúdo antigo e permaneceu em silêncio sobre o local onde os animais eram mantidos; foram encontrados sapatos usados nas sessões de tortura.
  • A defesa da suspeita não foi localizada; a investigação envolve maus-tratos, zoossedismo e comercialização de vídeos de violência; o Discord afirmou ter políticas rígidas contra abuso de animais.

Daiana Schuinsekel de Almeida, suspeita de gravar torturas contra animais e comercializar os vídeos, foi presa na manhã desta quinta-feira, 28, na região da Bela Vista, em São Paulo. Polícia informou que as transmissões eram vendidas por 20 a 50 euros.

A investigação partiu de uma denúncia de uma ONG da Bulgária, acusando a mulher de gravar maus-tratos a coelhos e pintinhos. Os conteúdos eram vendidas em plataformas de comunicação, como o Discord, entre outros sites.

A polícia identificou a suspeita por tatuagens e marcas nas pernas, e houve mandado judicial de prisão já liberado. Durante a prisão, ela afirmou que os crimes seriam de conteúdo antigo, e se recusou a falar sobre o paradeiro dos animais.

Operação e local

Na residência, os investigadores localizaram sapatos usados nas sessões de tortura. As gravações exibem a suposta atuação da acusada, sem divulgação do material pela reportagem.

A empresária responderá por maus-tratos, zoosseadismo e pela comercialização de vídeos de violência. A prisão foi efetuada pela 3ª Delegacia do DPPC, órgão responsável por crimes contra o meio ambiente.

Plataforma Discord

Discord informou manter políticas rígidas contra abuso de animais e conteúdos prejudiciais, com sistemas de moderação.

A defesa não foi localizada pela reportagem até o fechamento deste texto.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais