- Steve Jobs detestava reuniões, cancelando-as quando não tinham propósito e privilegiando trabalho remoto e encontros curtos.
- As reuniões curtas tinham cerca de 10 minutos e eram focadas em objetivos específicos.
- Ele chamava as reuniões de “maldita distração para os engenheiros”, afirmando que interrompiam o trabalho e quebravam o ritmo.
- Jobs defendia menos pessoas na empresa para manter a qualidade, mesmo com a Apple expandindo e lançando mais produtos e serviços.
- A ideia de reduzir reuniões é apresentada no retrato biográfico de Walter Isaacson, citando uma entrevista de 1997 em que ele critica reuniões corporativas.
Steve Jobs detestava reuniões e, em 1986, propôs quintas-feiras sem encontros na Apple. A ideia visava aumentar a produtividade, reduzindo conversas longas que atrapalhavam o trabalho dos engenheiros.
Segundo relatos, ele cancelava reuniões que não tinham propósito claro e privilegiava o trabalho remoto, além de encontros curtos, com foco em objetivos específicos. A meta era evitar distrações sem resultado.
Jobs acreditava que menos gente na empresa ajudava a manter a qualidade. Mesmo assim, a Apple continuou a crescer, expandindo linhas de hardware e serviços e lançando novos produtos.
A crítica às reuniões
A visão de Jobs sobre reuniões foi tema de biografia. Em entrevista de 1997, ele afirmou que encontros interrompem o trabalho e quebram o ritmo, dificultando a conclusão de tarefas.
A obra de Walter Isaacson registra a opinião de Jobs sobre o tema, destacando a insistência dele em evitar desperdício de tempo em reuniões sem foco.
Contexto de legado
A prática de reduzir reuniões aparece como exemplo de gestão voltada à eficiência. O discurso de Jobs permanece como referência para quem busca produtividade sem comprometer resultados.
Fontes: biografia de Walter Isaacson sobre Steve Jobs; reportagens da Xataka que destacam a proposta de 1986 sobre quintas-feiras sem reuniões.
Entre na conversa da comunidade