- Monique Medeiros, mãe de Henry Borel e ré pela morte dele, passou mal ao ver imagens da necropsia e foi atendida pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro; a sessão a dispensou temporariamente.
- A previsão é de que ela volte a participar da plenária no sábado, 30.
- o incidente ocorreu durante o depoimento do perito Luiz Carlos Leal Prestes, que afirmou que a morte não foi causada por acidente doméstico.
- Prestes descreveu a morte como lenta e agônica, com múltiplas lesões e hemorragia interna que teriam levado à perda de consciência.
- O julgamento de Jairinho e Monique Medeiros, pela morte de Henry, entra no quinto dia e segue até todas as testemunhas e réus serem ouvidos para o veredicto.
Monique Medeiros, mãe de Henry Borel e ré pela morte do filho, passou mal durante a manhã desta sexta-feira, 29, ao ver fotos do corpo da criança durante o julgamento. Ela foi atendida por uma equipe médica do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) e dispensada da sessão. A previsão é que retorne à plenária no sábado, 30.
A ré foi acompanhada após passar mal durante o depoimento do perito e médico legista aposentado Luiz Carlos Leal Prestes. Ele descartou a hipótese de morte por acidente doméstico ou por falha nas manobras de ressuscitação realizadas no hospital.
O julgamento do ex-vereador Jairinho e da professora Monique Medeiros, que respondem pela morte de Henry, chegou ao quinto dia. As sessões seguem para ouvir todas as testemunhas e, posteriormente, os réus, até a decisão dos jurados.
Deslocamento no andamento do júri
No depoimento do perito, Prestes afirmou que Henry teve uma morte lenta e aguçada por hemorragia interna, sem indicar causa acidental. A defesa de Monique pediu afastamento temporário pela manhã para acompanhar a paciente. O júri segue as próximas etapas neste sábado.
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