- Monique Medeiros passou mal ao ver imagens do corpo de Henry Borel durante julgamento no Rio, e precisou de atendimento médico dentro do fórum.
- Os advogados da acusada solicitaram suporte médico após ela apresentar sinais de mal-estar durante a exibição de fotos das lesões da criança.
- O episódio ocorreu durante o depoimento do perito Luiz Carlos Leal Prestes, responsável por detalhar as lesões encontradas no corpo de Henry.
- Prestes afirmou que a laceração no fígado não tem relação com procedimentos de reanimação e que houve agressões violentas contra a criança.
- Henry Borel, de 4 anos, morreu em março de 2021; Monique Medeiros e Jairinho respondem por homicídio qualificado, tortura e outros crimes ligados à morte.
O julgamento de Monique Medeiros e do ex-vereador Jairinho, pela morte do menino Henry Borel, ocorreu nesta sexta-feira no 2º Tribunal do Júri da Capital, no Centro do Rio. Durante o depoimento de um perito, imagens do corpo da criança foram exibidas e Monique passou mal, recebendo atendimento médico dentro do fórum.
O mal-estar aconteceu quando foram mostradas fotografias das lesões de Henry. Os advogados de Monique pediram apoio de uma equipe de saúde após o episódio, que não interrompeu a sessão.
O médico legista aposentado Luiz Carlos Leal Prestes, uma das testemunhas, descreveu as lesões encontradas no corpo de Henry e refutou a tese de que os ferimentos teriam ocorrido durante manobras de reanimação. Segundo Prestes, a laceração no fígado não teria relação com procedimentos médicos de emergência, e houve agressões que levaram à morte. A defesa sustenta outra versão, mas o perito concluiu que houve homicídio por espancamento, com múltiplas lesões pelo corpo.
Henry Borel morreu em março de 2021, e o caso ganhou ampla repercussão nacional, mobilizando debates sobre violência contra crianças. Monique Medeiros e Jairinho respondem por homicídio triplicamente qualificado, tortura e outros crimes ligados à morte do menino.
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