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Polícia prende suspeitos em esquema clandestino de adoção de bebês em GO

Prisão de duas mulheres em Goiás por suposto esquema de entrega irregular de bebês; bebê resgatada é encaminhada ao Conselho Tutelar e investigações seguem.

Uma das suspeitas foi presa em Novo Gama (GO), no dia 27 de maio. A segunda, inicialmente foragida, foi localizada e presa no Distrito Federal no dia 28
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  • Duas mulheres foram presas nos dias 27 e 28 de maio, em Goiás, suspeitas de envolvimento em esquema de entrega irregular e ocultação de crianças para adoção clandestina.
  • Uma bebê foi resgatada da residência de uma das investigadas e encaminhada ao Conselho Tutelar.
  • A prisão em Novo Gama ocorreu na quarta-feira; a segunda suspeita, que estava foragida, foi localizada e presa no Distrito Federal na quinta-feira.
  • A investigação começou após comunicado do Ministério Público de Goiás à Polícia Civil, com indícios de entrega de quatro filhos a terceiros.
  • As suspeitas permanecem à disposição da Justiça e as apurações continuam para identificar outros possíveis envolvidos.

Duas mulheres foram presas, nesta quarta (27) e quinta (28), suspeitas de envolvimento em um esquema de entrega irregular e ocultação de crianças para colocação clandestina em um lar substituto em Goiás. Uma bebê foi resgatada durante a operação e encaminhada ao Conselho Tutelar.

Segundo a Polícia Civil de Goiás (PCGO), a primeira prisão ocorreu em Novo Gama, no leste do estado, na última quarta. A segunda mulher, que estava foragida, foi localizada e presa no Distrito Federal na quinta-feira.

As investigações começaram após um comunicado do Ministério Público de Goiás à PCGO, após um relatório da Vara da Infância e Juventude apontar a existência de uma bebê escondida na residência de uma das investigadas. A polícia apura se outras crianças também foram entregues a terceiros sem regularização judicial.

Desenvolvimento da operação

A PCGO informou que uma das investigadas já havia entregue quatro filhos a terceiros, enquanto mantinha outra criança aos cuidados de indivíduos sem regularização. Prisões preventivas foram decretadas pela Justiça goiana.

As investigadas permanecem à disposição da Justiça, e as apurações devem identificar outros possíveis envolvidos no esquema de adoção irregular. A polícia continua as diligências para esclarecer responsabilidades e ampliar o levantamento de vítimas.

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