- Festival da Sanfona reuniu milhares de pessoas em Araripina, valorizando artistas locais e a cultura junina.
- Cortejo cultural saiu da Praça do Hospital e seguiu até a Praça Frei Ibiapina, com sanfoneiros, quadrilhas juninas e grupos culturais.
- A programação levou shows à Praça Frei Ibiapina, com atrações como Robinho, Fernando Goiana, Wailson Federal e o grupo Forró de Nós.
- O evento também impulsionou a economia criativa, com barracas de comidas típicas, bebidas eprodutos regionais movimentando o comércio local.
- Araripina reforçou seu protagonismo nos festejos juninos, destacando a tradição nordestina e o papel da cultura na identidade da cidade.
O Festival da Sanfona reuniu milhares de pessoas em Araripina, Pernambuco, neste fim de semana, para celebrar o São João. O evento valorizou artistas locais, tradições juninas e a economia criativa da cidade, transformando o centro em um palco aberto.
Sanfoneiros, quadrilhas juninas e grupos culturais percorreram vias importantes, partindo da Praça do Hospital até a Praça Frei Ibiapina. O cortejo gerou animação entre moradores e visitantes, reforçando a identidade nordestina da região.
A programação integrou apresentações musicais e homenagens às raízes culturais locais, evidenciando a importância de preservar manifestações que atravessam gerações no Sertão pernambucano.
Shows na Praça Frei Ibiapina
A seguir ao cortejo, a praça recebeu shows com Robinho, Fernando Goiana, Wailson Federal e o grupo Forró de Nós. O repertório contou com clássicos do forró e temas juninos, atraindo público de várias idades.
O festival também impulsionou a economia local, com barracas de comidas típicas, bebidas e produtos regionais atraindo visitantes e gerando renda para ambulantes e pequenos empreendedores.
Além da festa, especialistas destacaram o papel dos eventos culturais na valorização da cultura popular e no fortalecimento da economia criativa, impactando comércio, turismo e serviços na cidade.
O Festival da Sanfona reafirmou o protagonismo de Araripina nos festejos juninos, evidenciando como música, dança e tradição podem conviver com desenvolvimento econômico sem perder a identidade regional.
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