- Wianey Pinheiro (1949–2026) foi jornalista gaúro-brasileiro que ganhou destaque na Globo e na Folha, incluindo a produção de um caderno de 16 páginas sobre Juscelino Kubitschek na morte do ex-presidente.
- Nascido no Ceará, mudou-se para São Paulo ainda criança e estudou jornalismo na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).
- Iniciou na imprensa durante a graduação, passando por Bradesco, Gazeta, Diário da Noite, France Press e Jornal da Tarde, antes de chegar à Folha e, depois, à Globo.
- Na Globo, integrou o Bom Dia, São Paulo, Jornal Hoje e Jornal Nacional, liderando a redação nacional de jornalismo em 1986 e retornando em 1989 como editor regional em São Paulo; deixou a Globo em 1989 para abrir a agência GW e atuar na comunicação política.
- Mourou no domingo, 31 de maio de 2026, aos 77 anos, em São Paulo; o velório ocorreu em 1º de junho no cemitério da Vila Mariana; a causa da morte não foi divulgada; deixou dois filhos.
Wianey Pinheiro, jornalista brasileiro, faleceu aos 77 anos na capital paulista, neste domingo. A morte ocorreu em São Paulo; o velório ocorreu nesta segunda-feira no cemitério da Vila Mariana. O caixão foi acompanhado por familiares, sem divulgação de causa oficial.
Nascido em 1949 no Ceará, ele se mudou ainda criança para São Paulo e seguiu carreira no jornalismo preservando a marca de profissional rigoroso. Formado pela PUC-SP, iniciou na área de comunicação do Bradesco durante a faculdade.
Ao longo da trajetória, Pinheiro passou por Gazeta, Diário da Noite, France Presse e Jornal da Tarde. Na Folha, comandou a sucursal do Rio e coordenou a cobertura da morte de Juscelino Kubitschek, produzindo um caderno de 16 páginas sobre a vida do ex-presidente.
Na Globo, atuou no Bom Dia, São Paulo, Jornal Hoje e Jornal Nacional. Em 1986 assumiu a redação nacional do jornalismo da emissora; retornou em 1989 como editor regional em São Paulo, antes de deixar a empresa após as eleições daquele ano.
Depois da Globo, abriu a agência GW e se dedicou à comunicação política. Chefiou campanhas vitoriosas de Mário Covas para o governo de São Paulo (1994 e 1998) e de José Serra para a prefeitura (2004). Pinheiro deixou dois filhos.
Quem foi seu entorno descreve um profissional de grande ética e compromisso com o factual. Celso Pelosi, ex-colega, o lembrava como alguém correto e consciente do papel do jornalismo.
A ex-mulher, Ananda Apple, publicou online que Pinheiro foi um dos maiores jornalistas do país, destacando a elegância e a precisão de seus textos, bem como seu caráter íntegro. O depoimento ressalta o respeito que ele conquistou.
Pinheiro iniciou a carreira ainda na graduação, com passagem pela área de comunicação do Bradesco. Sua atuação na Folha, Globo e em campanhas políticas marcou uma era do jornalismo brasileiro pela variedade de plataformas e pela cobertura de temas complexos.
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