- No Corpo de Bombeiros do Distrito Federal, mulheres passam a ocupar espaço no serviço aéreo, com três pilotos e cinco tripulantes operacionais entre 184 integrantes.
- A capitã Kirla Pignaton tornou-se a primeira mulher piloto da instituição, iniciando com licença de piloto privado e treinando em PA‑18, Carvan e, em breve, Air Tractor.
- A primeira-tenente Danielle Teixeira, bombeira há oito anos, atua como tripulante operacional e piloto de resgate, reforçando o impacto do trabalho nas ocorrências aéreas.
- A tenente-coronel Débora Gontijo Cardoso e a cappitã Nilsa de Oliveira destacam avanços em áreas antes masculinas e ressaltam a importância da diversidade para o atendimento.
- A primeira-tenente Luiza Calazans e a segunda-tenente Juliana Brito de Araújo sinalizam metas de ampliar a presença feminina, com Juliana já em curso para tornar-se piloto.
Apesar de ainda numericamente pequenas, mulheres avançam no serviço aéreo do Corpo de Bombeiros do Distrito Federal. Hoje, 3 piloto(as) compõem a escala, com 5 tripulantes operacionais entre 184 membros. O avanço busca ampliar a diversidade na corporação.
A capitã Kirla Pignaton, 33 anos, tornou-se a primeira mulher piloto da instituição. Ela iniciou no PA-18, segue para o Carvan e mira o Air Tractor, com o foco em missões de combate a incêndios. A trajetória exige estudo constante e treinamento contínuo.
A primeira-tenente Danielle Teixeira, 32, ingressou como bombeira há oito anos. Hoje atua como tripulante operacional e piloto de resgate, reconhecendo o alto risco da atividade e o impacto positivo no atendimento a emergências.
Trajetórias de crescimento
Nilsa de Oliveira, 46, com quase 26 anos na corporação, atua na Casa Militar e teve passagem pela aviación de helicóptero. Ela ressalta a necessidade de manter o profissionalismo e a diversificação de funções.
A tenente-coronel Débora Gontijo Cardoso, 41, integra o serviço aéreo desde 2012, com experiência anterior na FAB. Ela defende espaço aberto para mulheres em todas as áreas da corporação.
Diversificação de funções
Entre as tripulações, a primeira-tenente Luiza Calazans, enfermeira, ingressou em 2017 e já atua em resgates e atendimentos pré-hospitalares. Ela pretende seguir para a cabine de comando como piloto.
A segunda-tenente Juliana Brito de Araújo, 36, entrou como praça, fez o curso de tripulante operacional e hoje trabalha na área de resgates. Ela está em processo seletivo para ser piloto em breve.
Impacto e propósito
A atuação feminina é vista como fortalecedora do atendimento, com maior diversidade de visões e experiências. A equipe ressalta que a presença de mulheres amplia a capacidade de resposta em ocorrências.
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