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Perito confirma se morte de Heny Borel ocorreu em acidente doméstico

Perito afirma que a morte de Henry Borel não foi por queda acidental; laudo aponta ausência de objetos que causem lesão hepática no apartamento

Caso Henry Borel: em julgamento, laudo afasta acidente pela morte precoce do menino de 4 anos, em março de 2021.
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  • O perito do Instituto Médico-Legal afirmou que a morte de Henry Borel não ocorreu por queda acidental, apresentado no 8º dia do julgamento de Monique Medeiros e Jairinho.
  • O laudo aponta que, no apartamento onde Henry teria saído com vida, não havia objetos ou móveis compatíveis com a lesão no fígado do menino.
  • O perito respondeu aos advogados de Jairinho que, com base na literatura médica, não existe móvel ou objeto capaz de causar laceração hepática por uma queda.
  • Ambos réus enfrentam acusação de crimes, entre eles homicídio qualificado e tortura; as testemunhas devem ser ouvidas a partir de hoje no 2º Tribunal do Júri do Rio de Janeiro.
  • A mãe de Henry já foi solta duas vezes em menos de quatro anos, enquanto Jairinho teve habeas corpus negado em várias ocasiões.

O julgamento de Monique Medeiros, mãe de Henry Borel, e Jairinho entra em uma fase decisiva. Nesta segunda-feira, 1º de junho de 2026, um perito do Instituto Médico-Legal (IML) afastou a hipótese de que a morte da criança ocorreu por uma queda acidental no imóvel da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.

O perito Leonardo Tauil afirmou que, segundo literatura médica, não foram encontrados objetos ou móveis no apartamento que pudessem provocar laceração hepática por uma queda. O laudo contestou a versão de acidente doméstico apresentada anteriormente.

O caso envolve Monique Medeiros e Jairinho, ambos réus, acusados de uma série de crimes, entre eles homicídio qualificado e tortura, relativos à morte de Henry, aos 4 anos, em março de 2021. A defesa de Jairinho questiona o laudo, enquanto a defesa de Monique já enfrentou decisões judiciais distintas ao longo do processo.

Avanços no julgamento

O Ministério Público e a defesa devem apresentar novos posicionamentos a partir de agora, com depoimentos previstos para esta semana no 2º Tribunal do Júri do Rio de Janeiro. O foco inicial permanece na elucidação das circunstâncias da morte da criança e na avaliação de evidências apresentadas até o momento.

O perito destacou que, na avaliação do local onde Henry foi encontrado sem vida, não existem indícios de que uma queda tenha causado a lesão no fígado. A conclusão contribui para a linha de investigação que mira outras possibilidades, distintas da queda acidental.

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