- O júri do caso Henry Borel chegou ao oitavo dia, considerado o mais longo da história do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.
- Ao longo de dias, foram ouvidas vinte e duas testemunhas; o perito do IML que assinou o laudo na época afirmou que a laceração no fígado não poderia ter sido causada por um acidente doméstico.
- O coronel Jairo de Souza Santos, pai do ex-vereador Jairinho, defendeu o filho e disse que as acusações são injustas.
- A babá da criança, Thayná Ferreira, contou que foi pressionada pela mãe de Henry, Monique Medeiros, para apagar mensagens do celular e descreveu três episódios suspeitos envolvendo Jairinho e a criança.
- O resultado do júri popular deve ser anunciado entre quarta e quinta-feira.
O julgamento do caso Henry Borel no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro entrou nesta segunda-feira no oitavo dia, marcado como o mais longo da história da corte. Ao todo, 22 testemunhas foram ouvidas até aqui; o perito do IML que assinou o laudo na época afirmou que a laceração no fígado da criança não poderia ter sido causada por um acidente doméstico.
No domingo, o coronel Jairo de Souza Santos, pai do ex-vereador Jairinho, defendeu o filho e disse que as acusações contra ele são injustas. A babá de Henry, Thayná Ferreira, disse ter sido pressionada pela mãe da criança, Monique Medeiros, para apagar mensagens do celular e relatou três episódios suspeitos envolvendo Jairinho e Henry.
O júri popular deve anunciar o veredicto entre quarta-feira e quinta-feira. A cobertura é baseada na linha de produção da Record, com registro das testemunhas e dos depoimentos apresentados durante as sessões.
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