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Polícia Civil realiza operação contra venda ilegal de canetas emagrecedoras no Rio

Polícia Civil deflagra operação contra venda ilegal de medicamentos para emagrecimento em Ramos e Vargem Pequena; suspeito anunciava via apps

Agentes da DRF cumprem mandados de busca e apreensão em Ramos e Vargem Pequena
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  • Polícia Civil do Rio de Janeiro deflagrou, nesta segunda-feira, a Operação Canetas Emagrecedoras para combater a venda ilegal de medicamentos para emagrecimento.
  • Mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos em Ramos, na zona norte, e em Vargem Pequena, na zona sudoeste.
  • O suspeito anunciava e vendia tirzepatida e retatrutida por apps de mensagens, sem comprovação de procedência e sem autorização regulatória.
  • Os anúncios mostravam preços, disponibilidade imediata e estoque, indicando atividade comercial estruturada.
  • Ação busca apreender medicamentos, embalagens, dispositivos eletrônicos e documentos para identificar a origem dos produtos, rastrear fornecedores e possíveis outras pessoas envolvidas.

A Polícia Civil do Rio de Janeiro deflagrou nesta segunda-feira a Operação Canetas Emagrecedoras, para combater a venda ilegal de medicamentos usados no emagrecimento na capital. A ação é conduzida pela Delegacia de Roubos e Furtos (DRF) e cumpre mandados de busca e apreensão.

Os endereços atingidos ficam nos bairros Ramos, na zona norte, e Vargem Pequena, na zona sudoeste. A investigação partiu de informações de inteligência sobre anúncios de medicamentos para emagrecimento em aplicativos de mensagens, sem procedência regular.

Suspeito alvo oferecia tirzepatida e retatrutida, substâncias de alto valor que exigem prescrição e acompanhamento médico. Os anúncios prometiam estoque, disponibilidade imediata e preços competitivos.

Mandados e apreensões

Durante a operação, agentes buscam apreender medicamentos, embalagens, aparelhos eletrônicos e registros comerciais. O objetivo é rastrear a origem dos produtos, mapear fornecedores e identificar demais envolvidos no esquema.

As diligências visam confirmar como os itens eram adquiridos, se havia participação de outras pessoas e quais canais utilizavam para a distribuição clandestina. Não houve informações de prisões até o momento.

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