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Polícia combate Tribunal do Crime em São Gonçalo, RJ

Operação em São Gonçalo prende três suspeitos ligados ao Tribunal do Crime após divulgação de violência contra mulheres por traficantes do Comando Vermelho

Polícia do Rio combate 'Tribunal do Crime' em São Gonçalo
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  • Polícia do Rio prendeu três suspeitos em operação contra o “Tribunal do Crime” em São Gonçalo.
  • A ação teve início após traficantes do Comando Vermelho divulgarem um episódio violento envolvendo duas mulheres.
  • O fato aconteceu em dezoito de maio; as mulheres foram agredidas e obrigadas a circular pela comunidade Risca-Faca para pedir desculpas aos investigados.
  • A divulgação das imagens visa intimidar a população.
  • As autoridades trabalham para esclarecer como a divulgação das imagens foi organizada e qual o papel do grupo criminoso na operação.

No Rio de Janeiro, a Polícia Civil realizou uma operação contra o chamado Tribunal do Crime em São Gonçalo. Três suspeitos foram presos após apuração envolvendo organização criminosa ligada ao tráfico de drogas. A ação teve início após a divulgação de um episódio violento nas redes.

A divulgação das imagens, atribuída a membros do Comando Vermelho, mostra agressões contra duas mulheres e a imposição de que circulassem pela comunidade Risca-Faca para pedir desculpas aos investigados. O objetivo, segundo as autoridades, era intimidar a população.

Os presos, ainda sem identificação oficial divulgada, são apontados como integrantes da organização criminosa investigada. A investigação aponta que o material divulgado funcionava como forma de coação e vigilância sobre moradores da região. A operação segue sob apuração para indisponibilização de bens e desmantelamento de atividades criminosas.

Detalhes da operação

  • Ações de cumprimento de mandados foram realizadas na área correspondente à comunidade Risca-Faca, em São Gonçalo.
  • A polícia não informou o total de espécies de provas coletadas nem o cronograma exato das diligências.
  • As informações foram encaminhadas para avaliação pelas autoridades competentes e devem embasar novas medidas legais.

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