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Amiga descreve vítima de atropelamento como pessoa alegre e acolhedora

Terceiro atropelamento fatal em três dias no Distrito Federal leva à prisão preventiva de motorista de 21 anos que dirigia sem CNH e sob efeito de drogas

Veículo atingiu a vítima e a jogou na calçada em frente a lojas; passageira também se feriu - (crédito: Ana Carolina Alves/CB/D.A Press)
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  • O Distrito Federal registrou o terceiro atropelamento fatal em três dias; o caso mais recente ocorreu no Setor Habitacional Arapoanga e vitimou a costureira Elcina Pereira Brito, 58 anos.
  • Elcina foi atingida por um Chevrolet Prisma branco enquanto caminhava pela ciclovia e morreu no local; a passageira do veículo ficou ferida.
  • O motorista, Erick Sávio Alves de Souza, 21 anos, teve a prisão em flagrante convertida em preventiva; ele afirmou ter consumido maconha e Rohypnol antes de dirigir e se recusou a fazer o bafômetro.
  • Câmeras de segurança registraram o veículo invadindo a pista de pedestres e arremessando a vítima contra a entrada de comércios; no interior do carro havia porções de entorpecentes e uma cartela de remédio controlado.
  • A vítima morava na região e era descrita por moradores como pessoa acolhedora e liderança comunitária; o delegado destacou antecedentes do motorista, incluindo tráfico de drogas e adulteração de sinal identificador de veículo.

Elcina Pereira Brito, 58 anos, morreu após ser atingida por um Chevrolet Prisma branco enquanto caminhava pela ciclovia no Setor Habitacional Arapoanga, no DF. O acidente ocorreu na terça (2/6). O veículo invadiu a pista de pedestres e arremessou a vítima contra a entrada de comércios da quadra.

O motorista, Erick Sávio Alves de Souza, 21, teve a prisão em flagrante convertida em preventiva. Ele não possuía CNH e apresentava sinais de alteração na capacidade psicomotora. Também havia consumo de substâncias apreendido no interior do veículo.

Segundo a polícia, Erick admitiu ter consumido maconha e Rohypnol antes de dirigir. Ele afirmou que estava dirigindo um carro alugado e que seguia em baixa velocidade, entre 25 e 30 km/h, ao se aproximar de um retorno. A mulher que viajava como passageira ficou ferida.

Prisão e andamento do caso

Câmeras registraram a colisão em via estreita e movimentada, e a vítima morreu no local. A polícia elaborou auto de constatação de alteração da capacidade psicomotora e investiga as circunstâncias do atropelamento.

A Justiça converteu a prisão em flagrante em preventiva. O delegado responsável informou que Erick possui antecedentes, incluindo tráfico de drogas e adulteração de sinal identificador de veículo. Ele será encaminhado à audiência de custódia.

O acidente ocorre poucos dias após outros dois atropelamentos fatais no DF, ampliando o alerta sobre a segurança de pedestres e ciclistas na região. A comunidade do Arapoanga permanece em luto e aguarda respostas oficiais.

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