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Anvisa recolhe lote de água mineral Cristal sem gás

Anvisa recolhe voluntariamente o lote LZ1 VAL200127 da Água Mineral Natural sem Gás Crystal após detecção de Pseudomonas aeruginosa; 374,4 mil garrafas distribuídas no DF, GO, TO e SP

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  • Anvisa publicou a Resolução 2.247/2026 recolhendo voluntariamente o lote LZ1 VAL200127 3 P 200126 da Água Mineral Natural sem Gás da marca Crystal, fabricado pela Mineração Bom Jesus Ltda.
  • O recolhimento ocorreu após laudo do Lacen-DF identificar a bactéria Pseudomonas aeruginosa em amostra do produto; a contraprova confirmou a presença da bactéria.
  • O lote reúne 374,4 mil garrafas de quinhentos mililitros e foi distribuído no Distrito Federal, em cidades vizinhas de Goiás, em Tocantins e no interior de São Paulo.
  • A empresa informa que já não restavam cerca de 99,2% das unidades do lote nas prateleiras e que as autoridades abriram investigação interna para apurar causas.
  • Consumidores que tiverem o produto devem não consumi-lo e aguardar orientações da empresa sobre devolução e reembolso; o lote foi marcado como alvo da ação.

A Anvisa determinou o recolhimento voluntário do lote LZ1 VAL200127 3 P 200126 da Água Mineral Natural sem Gás da marca Crystal. A medida foi publicada na Resolução 2.247/2026, em 3 de abril, após a detecção de contaminação por Pseudomonas em amostra coletada durante rotina de vigilância.

A fabricante é a Mineração Bom Jesus Ltda, localizada em Luziânia (GO). A empresa informou que iniciou o recolhimento após o laudo do Lacen-DF confirmar a presença da bactéria na amostra analisada.

O lote envolve 374,4 mil garrafas de 500 ml, distribuídas no Distrito Federal, em cidades de Goiás, no Tocantins e no interior de São Paulo. Não há registro de reclamações de consumidores sobre esse lote.

O recolhimento ocorre após o Lacen-DF identificar a bactéria Pseudomonas aeruginosa na amostra, conforme laudo emitido durante a ação de vigilância sanitária. A contraprova confirmou o resultado, levando à interdição do local pela Divisa/DF e à comunicação à Anvisa.

A empresa informou que iniciou a retirada do produto das distribuidoras, conforme o procedimento normativo, e que cerca de 99,2% das unidades já não estavam nas prateleiras. A Divisa/DF e a Anvisa acompanham o caso.

A Mineração Bom Jesus protocolou documentos à Anvisa demonstrando abertura de investigação interna. Representantes da empresa já se reuniram com a Agência, prestaram esclarecimentos e cooperam com as autoridades sanitárias.

A investigação segue em andamento, com participação da Anvisa e das vigilâncias sanitárias envolvidas. Embora haja evidências até o momento apenas para o referido lote, o processo permanece em análise. O objetivo é identificar causas e medidas preventivas.

Lote recolhido e atuação das autoridades

O comunicado oficial detalha que o recolhimento é preventivo para evitar riscos à saúde. A agência reforça a necessidade de consumidores não utilizarem unidades do lote informado e aguardarem orientações da empresa sobre devolução e reembolso.

Orientação ao consumidor

Quem tiver o lote LZ1 VAL 200127 fabricado em 20/01/2026 e com validade até 20/01/2027 não deve consumir o produto. A Anvisa orienta acompanhar notas oficiais da empresa para instruções sobre devolução.

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