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Makeda Best lidera o MoMA Photography; nova pista no Louvre

Makeda Best assume a direção do departamento de fotografia do MoMA, com foco em ampliar o acervo; investigação franco-belga sobre as joias do Louvre continua sem solução

Makeda Best.
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  • O Museu de Arte Moderna de Nova York nomeou Makeda Best como nova chefe do departamento de fotografia, posição que começa em setembro, após o cargo ficar vago por quase quatro anos.
  • Best traz experiência como vice-diretora do Oakland Museum of California e passagem pelo Harvard Art Museums, além de estudo em CalArts; a instituição busca ampliar os tipos de fotografia exibidos.
  • No latente caso do roubo das joias da coroa do Louvre, a polícia belga encontrou fotos do Louvre em celulares de suspeitos de contrabando; França e Bélgica investigam ligações com outros seis suspeitos na França, com oito joias avaliadas em mais de US$ 102 milhões ainda desaparecidas.
  • Colorado aprovou lei que cria a figura da “Artist Company” para artistas formalizarem empresas e manterem direitos de propriedade intelectual.

Makeda Best foi escolhida para chefiar o Departamento de Fotografia do Museum of Modern Art (MoMA) em Nova York, ocupando vaga deixada em aberto por quase quatro anos. Ela atuava como vice-diretora no Oakland Museum of California desde 2023. O início está previsto para setembro.

Best traz experiência como curadora de fotografia em Harvard Art Museums e formação em CalArts, com doutorado em história da arte pela Harvard. Em entrevista ao New York Times, afirmou que pretende ampliar as possibilidades de apresentação da fotografia no MoMA, além de valorizar grandes narrativas históricas da coleção.

A liderança do MoMA na fotografia pode influenciar a forma como a imprensa e o público percebem o meio, afirmou a própria curadora. A função, considerada estratégica, tem impacto sobre o acervo, futuras aquisições e a relação com o público atual.

BELGIAN-FRENCH CONNECTION

A investigação sobre os diamantes saqueados do Louvre, em outubro de 2025, ganhou novo eixo. Polícia belga encontrou fotos do Louvre — incluindo a Galérie d’Apollon, onde as joias ficavam expostas — nos celulares de suspeitos de crimes de carga na Bélgica. França e Bélgica passaram a atuar em conjunto para apurar ligações com suspeitos franceses já acusados pelo assalto.

Autoridades tentam confirmar se há conexão entre os casos. As joias, avaliadas em mais de US$ 102 milhões, continuam desaparecidas. A cooperação transfronteiriça busca esclarecer a perpetration e o destino das peças.

OUTROS ACONTECIMENTOS

Colorado aprovou lei que permite aos artistas criar uma “Artist Company”, uma nova empresa de responsabilidade limitada para monetizar o trabalho e preservar direitos de propriedade intelectual. A medida facilita a formalização de atividades criativas independentes.

Ventos fortes danificaram uma instalação inflável gigantesca na Pont Neuf, em Paris, obra do artista JR, homenagem a Christo e Jeanne-Claude. A abertura pública foi adiada para a reprogramação do projeto.

Em Roma, estudantes encontraram uma villa romana do século II a.C. atrás de uma porta de ferro, em porão de uma escola, com afrescos florais e mosaicos. A descoberta confirma suspeitas antigas sobre o local.

Matthias Lilienthal assumiu a direção artística da Volksbühne, em Berlim, e planeja abrir uma piscina pública em frente ao prédio entre agosto e outubro. A proposta visa ampliar o acesso ao espaço cultural.

Dawn Airey foi indicada presidenta do Arts Council England, organismo que financia e orienta políticas culturais na Inglaterra. A nomeação evidencia continuidade de gestão em institutos de fomento à arte.

O KICKER

Em Veneza, a abertura de maio da chamada “Olimpíada da arte” atraiu multidões. Nos EUA, em Los Angeles, Ali Eyal e David Horvitz montaram o “Iraqi Pavilion” não oficial, diante de um posto de gasolina Chevron. A intervenção descreveu, de forma crítica, a relação entre petróleo e guerra, com objetos que sugerem a presença do Iraque no imaginário artístico.

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