- Mulher de 37 anos foi presa em Joinville (SC) suspeita de fingir ter 12 anos para ser acolhida por uma família adotiva, ficando cerca de um ano e dois meses na casa das vítimas com identidade falsa.
- Ela se apresentava como “Gabriele” e é investigada por estelionato e falsa identidade; o verdadeiro nome não foi divulgado.
- A Polícia Civil informou que criou uma série de histórias para ganhar a confiança da família, alegando ser autista e ter outras condições, e justificando traços adultos com uso de hormônios na infância.
- Para reforçar a farsa, a suspeita adotava comportamentos infantilizados, usando chupetas, mamadeiras e objetos lúdicos com frequência.
- A investigada já tem antecedentes por golpes semelhantes em outros estados e confessou o crime durante o interrogatório; foi encaminhada ao Presídio Regional de Joinville, à disposição da Justiça.
Uma mulher de 37 anos foi presa na terça-feira (2/6) em Joinville, Santa Catarina, suspeita de fingir ter 12 anos para ser acolhida por uma família adotiva. Ela vivia na casa das vítimas há cerca de um ano e dois meses usando identidade falsa.
De acordo com a Polícia Civil, a suspeita se apresentava como “Gabriele” e foi detida no distrito de Pirabeiraba. Ela responde por estelionato e uso de falsa identidade; o verdadeiro nome não foi divulgado.
A investigação aponta que ela criou várias histórias para sustentar o disfarce, alegando autismo e outras condições clínicas. Também afirmava que traços adultos eram resultado de uso de hormônios na infância.
A polícia informou ainda que a suspeita adotava comportamentos infantilizados para reforçar a falsa identidade, utilizando chupetas, mamadeiras e objetos lúdicos.
Há indícios de que a mulher já possuía antecedentes por golpes semelhantes em outros estados, como São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Goiás, configurando reincidência.
Durante o interrogatório, a suspeita confessou o crime, conforme a Polícia Civil. Ela foi encaminhada ao Presídio Regional de Joinville, onde permanece à disposição da Justiça.
A investigação continua para confirmar o funcionamento do esquema e identificar outras possíveis vítimas. A polícia não divulgou mais detalhes sobre as famílias envolvidas ou a extensão das fraudes.
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