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Polícia aponta suspeita em caso de mulher que fingia ser adolescente

Suspeita usava identidade falsa de adolescente para obter acolhimento familiar; investigação aponta passos em cinco estados

Mulher de 37 anos se passava por adolescente e foi adotada por uma família em Joinville, Santa Catarina
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  • Mulher de 37 anos foi presa em Joinville, Santa Catarina, por estelionato e falsidade ideológica ao fingir ser uma adolescente de 12 anos.
  • A suspeita chegou a viver com uma família adotiva, mas uma tia do grupo desconfiou e levou o caso às autoridades.
  • Segundo a Polícia Civil de Santa Catarina, a mulher usava o nome falso “Gabriele” e permaneceu com a família por cerca de um ano.
  • Investigação aponta passagens criminais em cinco estados: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Goiás.
  • Para sustentar o disfarce, adotou comportamento infantilizado, com mamadeira, chupeta e quarto rosa; ela confessou durante o interrogatório e foi encaminhada ao Presídio Regional de Joinville.

Uma mulher de 37 anos foi presa nesta terça-feira (2), em Joinville, Santa Catarina, pelos crimes de estelionato e falsidade ideológica. Ela fingia ser uma adolescente de 12 anos e viveu durante cerca de um ano em uma família adotiva.

A denúncia partiu de uma tia da família adotiva, que desconfiou da história após conversar com o pai adotivo. Ele, inicialmente, não acreditou no golpe, mas pesquisou na internet e descobriu indícios de crimes similares.

Com base nas informações, a polícia rastreou a identidade real da suspeita e confirmou antecedentes em outros estados. Passagens criminais foram identificadas em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Goiás.

Como a suspeita agiu

Segundo a Polícia Civil de Santa Catarina (PCSC), a mulher utilizava o nome falso de Gabriele e se apresentava como menor de idade. Ela chegou a morar com a família por cerca de 12 meses.

Dentro do ambiente familiar, a suspeita mantinha comportamentos infantilos, usava mamadeira e chupeta e recorria a supostos “cheirinhos” para dormir. O quarto dela era decorado com itens infantis.

Ainda conforme o caso, quando havia discussões sobre escola ou adoção formal, a mulher alegava não desejar tais medidas para não atrair o pai biológico. Alega que o eventual registro poderia expor a si mesma.

A defesa do caso ocorreu durante o interrogatório policial, quando a suspeita confessou a prática dos crimes. Ela foi presa em flagrante e encaminhada ao Presídio Regional de Joinville, ficando à disposição da Justiça.

Situação atual e próximos passos

A investigação segue para estabelecer o conjunto de vítimas e calcular eventuais prejuízos. A polícia continuará cruzando informações com investigadores de outros estados para ampliar o mapa de atuação da suspeita.

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