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Segurança mata ex-namorada no Campo Limpo; polícia prende suspeito

Polícia prende Guilherme Keler, suspeito de feminicídio em Campo Limpo; arma e carregadores são apreendidos durante abordagem em Arujá

Guilherme Keler, apontado como autor de um feminicídio ocorrido no bairro Campo Limpo, na zona sul da capital paulista
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  • Guilherme Keler foi preso pela Polícia Militar na tarde desta quarta-feira (3), acusado de feminicídio na região do Campo Limpo, zona sul de São Paulo.
  • A vítima foi morta com diversos disparos na Rua Nelson Brissac; o suspeito fugiu após o crime.
  • O investigado tinha publicações nas redes sociais com frases como “Morte antes da Desonra” e referências à “2º RM” (2ª Região Militar).
  • A localização do veículo usado na fuga, um Fiat Palio verde, ocorreu após monitoramento e cruzamento de dados; a abordagem ocorreu em Arujá, e foram apreendidos arma e dois carregadores.
  • Guilherme foi levado ao 89º Distrito Policial de São Paulo, com a prisão ocorrendo cerca de três horas após o feminicídio.

A Polícia Militar prendeu Guilherme Keler, suspeito de feminicídio cometido no bairro Campo Limpo, zona sul de São Paulo, na tarde desta quarta-feira (3). O crime ocorreu na Rua Nelson Brissac, quando a ex-namorada foi atingida por vários disparos e morreu no local. A prisão ocorreu cerca de três horas após o ato violento.

Segundo a PM, Keler era segurança e foi localizado a bordo de um Fiat Palio verde, em direção ao município de Arujá, na região metropolitana. Integrantes do 31º BPM/M participavam das diligências com apoio de equipes de inteligência e monitoramento.

Durante a abordagem no veículo, os policiais encontraram uma arma de fogo, possivelmente a utilizada no crime, além de dois carregadores. A ocorrência foi encaminhada ao 89º Distrito Policial de São Paulo, onde as investigações continuam em andamento.

A atuação das forças de segurança envolveu uma ação integrada entre equipes operacionais, de inteligência e de monitoramento da PM. O objetivo foi localizar o suspeito e confirmar as circunstâncias do feminicídio na capital.

No ambiente virtual, o suspeito era apontado como usuário de redes sociais com expressões ligadas a temas de violência e referências à 2ª Região Militar, o que motivou escrutínio pelas autoridades durante as primeiras apurações.

A defesa de Guilherme Keler ainda não tinha sido localizada pela imprensa até o fechamento desta edição. A Polícia Civil e a PM não informaram novas informações oficiais neste momento.

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