- O STM manteve a condenação de dois civis por furto e venda de metralhadoras do Arsenal de Guerra de São Paulo, em Barueri (SP).
- As armas foram furtadas durante o feriado de 7 de setembro de 2023 e deveriam ter ido para facções criminosas.
- Ao todo, já são quatro militares e cinco civis condenados no caso.
- Os civis foram condenados, por unanimidade, a dezoito anos de prisão pelo crime de comércio ilegal de arma de fogo de uso proibido ou restrito.
- O Ministério Público Militar destacou a participação de um condenado na embalagem das armas e a atuação de outro na intermediação da venda; o veredito foi baseado na confissão dos réus e em depoimentos de testemunhas.
O Superior Tribunal Militar (STM) manteve a condenação de dois civis envolvidos no furto e na venda de metralhadoras do Arsenal de Guerra de São Paulo (AGSP), em Barueri, na região metropolitana. As armas eram destinadas a facções criminosas e foram furtadas durante o feriado de 7 de setembro de 2023.
A decisão, tomada por unanimidade pelo plenário do STM, confirmou a sentença da 2ª Auditoria da 2ª Circunscrição Judiciária Militar, que impôs 18 anos de prisão a cada um dos civis pelos crimes de comércio ilegal de arma de fogo de uso proibido ou restrito.
Segundo o Ministério Público Militar, um dos civis participou da embalagem das armas furtadas, enquanto o outro atuou como intermediário na venda para organizações criminosas. O caso foi relatado pelo ministro Péricles Aurélio Lima, com base na confissão dos réus e no depoimento de testemunhas.
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