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Autoridades revelam o que aconteceu com bebê desaparecido há seis meses

Pais do bebê Pietro são presos por abandono de incapaz com resultado morte, homicídio qualificado e ocultação de cadáver; investigação aponta possível uso de calmante pela mãe

Bebê que desapareceu há seis meses
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  • Bebê Pietro Mozart de Freitas Ferreira, nascido em setembro do ano passado, sumiu em novembro do mesmo ano.
  • Na terça-feira, os pais Natália Menezes de Freitas e Walter Ferreira foram presos em uma pousada em Lagoa Santa, Minas Gerais; vão responder por abandono de incapaz com resultado morte, homicídio qualificado e ocultação de cadáver.
  • Walter afirma que Natália deu clonazepan ao bebê em grande quantidade, ele morreu e não denunciou o caso por compaixão.
  • O delegado informou que, após perceberem a ausência de sinais vitais, o corpo foi jogado em um leito de rio em Ipatinga; as investigações continuam para esclarecer a dinâmica e localizar os restos mortais.
  • A família denunciou o desaparecimento e apontou versões divergentes do casal; parentes disseram que Natália mudou por causa do vício em drogas.

Foi revelado o que houve com o bebê Pietro Mozart de Freitas Ferreira, desaparecido há seis meses. O menino nasceu em setembro do ano passado e não foi visto pela última vez em novembro, quando morava em Ipatinga, Minas Gerais.

Na última terça-feira (02), os pais Natália Menezes de Freitas, 31, e Walter Ferreira, 38, foram presos em uma pousada em Lagoa Santa. Eles devem responder por abandono de incapaz com resultado morte, homicídio qualificado e ocultação de cadáver.

Os investigadores apontam que o casal vivia em Belo Horizonte antes de se mudar para Ipatinga. A prisão ocorreu seis meses após o sumiço do bebê, que era alvo de apelos de familiares. Segundo as informações, os responsáveis teriam alegado diferentes versões sobre o que ocorreu com Pietro.

O delegado Flávio Rabelo informou que, segundo o depoimento dos investigados, houve percepção de que a criança não apresentava mais sinais vitais, levando ao óbito. Em seguida, o corpo foi supostamente jogado em um leito de rio na cidade de Ipatinga. A polícia continua apurando a dinâmica do ocorrido e a possível participação de terceiros.

Familiares do bebê denunciaram o desaparecimento assim que notaram a ausência da criança. Eles relatam que Natália e Walter apresentavam versões distintas sobre o que teria acontecido, alternando entre narrativas sobre gravidez, perda e situações envolvendo a mãe. Entre os relatos, familiares lembram mudanças de comportamento associadas ao uso de drogas.

A investigação foca na localização de restos mortais de Pietro e na apuração de eventuais circunstâncias agravantes. A polícia também busca confirmar todos os elementos apresentados pelos investigados e esclarecer se houve participação de terceiros.

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