- O julgamento de Monique Medeiros e Jairinho terminou na madrugada desta quinta-feira, 4 de junho, após dez dias de sessão.
- Jairinho foi condenado a quase quarenta e quatro anos de prisão pela morte de Henry Borel, menino de quatro anos.
- Monique Medeiros recebeu perdão judicial, após pena de um ano e quatro meses, com base em avaliação de discriminação de gênero.
- A juíza Elisabeth Machado Louro apontou ausência de antecedentes criminais da ré e indicou preconceito de gênero como fator no caso.
- O caso envolve a morte de Henry Borel em março de 2021 e teve desfecho após longa tramitação judicial.
O caso Henry Borel teve desfecho nesta madrugada de quinta-feira (4). Jairinho, padrasto da criança de 4 anos, foi condenado a quase 44 anos de prisão. Monique Medeiros, mãe do menino, recebeu perdão judicial após cumprir parte de sua pena.
A decisão foi proferida pela juíza Elizabeth Machado Louro. O tribunal apontou a ausência de antecedentes criminais de Monique e ressaltou fatores que, segundo a magistrada, justificariam o perdão. A condenação de Jairinho ocorreu ao longo de 10 dias de júri.
Segundo a magistrada, houve discriminação de gênero no tratamento dado à ré ao longo do processo. Ela argumentou que, se a acusada fosse o pai da criança, a avaliação talvez tivesse sido diferente. A decisão mantém Monique sob supervisão judicial, sem esclarecimentos adicionais.
Jairinho foi condenado pela morte de Henry Borel, ocorrida em março de 2021, no Rio de Janeiro. O veredito o responsabiliza por homicídio com circunstâncias agravantes, somadas a acusações de maus-tratos e outros delitos associados ao caso.
O Ministério Público e a defesa aguardam os desdobramentos, incluindo eventuais recursos. O caso segue sob atenção da imprensa, com a defesa de Monique recorrendo a instrumentos legais disponíveis, enquanto a família da vítima acompanha os desdobramentos.
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