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Justiça ordena retirada do elefante Baby do Beto Carrero World

Justiça determina retirada da elefanta Baby do Beto Carrero World por bem-estar; transferência para local adequado deve ocorrer em breve

Elefanta Baby tem cerca de 32 anos e passou a maior parte da vida em cativeiro
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  • A Justiça determinou a retirada da elefanta Baby do Beto Carrero World, em Penha (Santa Catarina, Brasil), por questões de bem‑estar do animal.
  • A decisão foi tomada após ação civil pública do Ministério Público de Santa Catarina, que aponta que Baby não tem contato com visitantes desde 2024, quando o parque encerrou atividades.
  • A elefanta, com cerca de 32 anos, passou a maior parte da vida em cativeiro e deve ser transferida para um local que garanta bem‑estar e segurança.
  • O parque informou que irá recorrer e que está tomando providências para assegurar o bem‑estar de Baby; a transferência deve ocorrer em breve conforme determinação judicial.
  • Baby foi trazida ao parque em 1998 e integrou o zoológico do local; a transferência busca melhorar saúde, socialização e cumprir exigências legais.

A Justiça determinou a retirada da elefanta Baby do Beto Carrero World, em Penha (SC). A decisão, proferida após ação civil pública do Ministério Público de Santa Catarina, tem como objetivo assegurar o bem-estar do animal. Baby não interage com visitantes desde 2024, quando o parque encerrou as atividades voltadas ao público.

Segundo o MP, Baby, com cerca de 32 anos, passou a maior parte da vida em cativeiro e deve ser transferida para um espaço que atenda às suas necessidades de saúde, bem-estar e socialização. A decisão também considera a ausência de atividades com o animal no parque há algum tempo.

O Beto Carrero World informou que pretende recorrer da decisão. O parque afirma que está adotando as medidas cabíveis para garantir o bem-estar da elefanta e que a transferência ocorrerá em breve, conforme determinação judicial.

Baby foi trazida ao parque em 1998 e integrou o zoológico do empreendimento. A ordem judicial reforça a importância de condições dignas para animais mantidos em cativeiro, especialmente quando o ambiente não atende às suas necessidades.

Decisão judicial e motivações

A ação do Ministério Público aponta a necessidade de reduzir riscos à saúde e à socialização do animal, que não teve contato com o público nos últimos anos e não recebeu atividades que estimulassem seu convívio social.

Desdobramentos e próximos passos

A transferência para um local mais adequado está prevista para ocorrer em breve. A Justiça acompanha o andamento do processo e o cumprimento das exigências legais relacionadas ao cuidado com animais silvestres. O município de Penha e o estado acompanham o caso.

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