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Palácio monumental de 1675, com 80 mil m², uma das maiores residências da Itália

Reggia di Venaria Reale, palácio barroco no Piemonte, passa por uma das maiores restaurações da União Europeia, recuperando afrescos e jardins para o turismo

Palácio de caça barroco com pátios grandiosos localizado na região de Piemonte – Créditos: depositphotos.com / lorenzobovi
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  • O palácio Reggia di Venaria Reale, no Piemonte, Itália, é uma das maiores residências reais da Europa, cercada por jardins geométricos.
  • Encomendado em mil seiscentos setenta e cinco pelo duque Carlos Emanuel II de Saboia, o projeto de Amedeo di Castellamonte visava rivalizar com Versalhes.
  • O complexo tem oitenta mil metros quadrados de área construída e cinquenta hectares de jardins; uma comparação com o Palácio Real de Turim evidencia o foco em lazer versus sede de estado.
  • A restauração iniciada no final do século vinte recuperou afrescos, estuques e a Galeria Grande, projetada por Filippo Juvarra e com oitenta metros de comprimento.
  • Hoje, as salas restauradas exibem tapeçarias, carruagens de ouro e pinturas da dinastia Saboia, fortalecendo Venaria Reale como rota turística do norte da Itália.

O palácio de caça barroco Reggia di Venaria Reale, na região do Piemonte, Itália, é uma das maiores residências reais da Europa. Encomendado em 1675, o conjunto mistura salões imponentes, jardins geométricos e espaços de lazer para a realeza. O objetivo inicial era servir como base de caça e lazer da casa de Sabóia.

Foi concebido pelo arquiteto Amedeo di Castellamonte a pedido do duque Carlos Emanuel II de Sabóia. Aiming de rivalizar com o luxo de Versalhes, o projeto priorizou lazer imersivo, grandes caçadas e festas, ampliando a escala de residências italianas da época.

Destaques e restaurações

Os jardins, com cerca de cinquenta hectares, passaram por restauração cuidadosa para recuperar labirintos, fontes e canteiros simétricos ao redor da residência. Após séculos como quartel militar, o complexo passou por um dos maiores projetos de restauração da história da União Europeia.

A restauração recuperou afrescos e estuques originais, com destaque para a Galeria Grande, de Filippo Juvarra, que recebeu o piso xadrez e o iluminação natural de janelas ovais. Hoje, as salas expostas contam a vida da dinastia Saboia.

Repercussos históricos e roteiros

As galerias internas hospedam exposições permanentes sobre a corte, com tapeçarias, carruagens de ouro e pinturas históricas. O conjunto tornou-se ponto-chave da rota turística do norte da Itália, ao lado de Roma e Florença, impulsionando Venaria Reale como destino cultural.

O monumento destaca-se como exemplar do poder absolutista e da arte barroca no Piemonte, reafirmando a Reggia di Venaria Reale como vitrine de patrimônio histórico europeu.

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