- Brasil é o primeiro país a receber o caça Gripen F, entregue à FAB na terça-feira (2) em Linköping, na Suécia.
- Antes de chegar a Anápolis (Goiás), o Gripen F passará por campanha de testes no centro de ensaios em voo da Saab na Suécia.
- A aeronave será enviada da Suécia por navio até o porto de Navegantes (Santa Catarina) e, de lá, seguirá por via terrestre até o aeroporto da cidade para novos testes.
- O Gripen F é biposto, projetado para treinar com piloto e copiloto; há 10 pontos externos para armamentos e pode integrar arsenais existentes.
- Ao todo, 15 das 36 aeronaves adquiridas pela FAB terão montagem final na Embraer, em Gavião Peixoto (SP), com entregas previstas até 2032; já foram recebidas 11 aeronaves desde o acordo de 2014. A FAB investirá, até 2032, em média 2,26 bilhões de coroas suecas por ano, totalizando 28,27 bilhões de coroas já desembolsadas (cerca de R$ 15,3 bilhões).
A Força Aérea Brasileira recebeu o primeiro caça Gripen F, parte do acordo firmado com a Saab em 2014. A entrega ocorreu na última terça-feira, 2, durante cerimônia em Linköping, na Suécia, e marca a primeira aeronave dessa versão na FAB.
Antes de operar no Brasil, o Gripen F passará por uma campanha de testes no centro de ensaios em voo da Saab, na Suécia. A aeronave seguirá em navio até Navegantes, em Santa Catarina, e depois percorrerá de landação até o aeródromo de Anápolis, em Goiás, para avaliação final.
O Gripen F é a versão biposto da família, com espaço para piloto e copiloto. O modelo é utilizado principalmente para treinamento, ao contrário do Gripen E, monoposto, mais voltado a combate.
A FAB prevê a entrega de 28 caças da série E e 8 da série F. Deste total, 15 unidades terão a montagem final na fábrica da Embraer, em Gavião Peixoto (SP). A previsão é concluir as entregas até 2032.
Desde o acordo inicial, a FAB já recebeu 11 aeronaves Gripen. O investimento total projetado até 2032 alcança aproximadamente 28,27 bilhões de coroas suecas, com desembolso já realizado de cerca de 15,3 bilhões de reais.
A cada ano, o Brasil deverá investir, em média, 2,26 bilhões de coroas suecas até o fim do contrato. O objetivo é modernizar a frota com capacidades de sensores avançados e integração de armamentos.
Desdobramentos previstos incluem testes operacionais no teatro de voo brasileiro e a avaliação de capacidades de instrução em missões de alto nível. A estratégia visa ampliar a formação de pilotos e operações de defesa aérea.
Fontes: informações da FAB e da Saab, com divulgação de testes e cronograma de entregas ao longo do acordo assinado em 2014.
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