- Criminosos invadiram o Grupo de Caridade Flecha Dourada, terreiro de umbanda localizado na Rua do Matoso, Rio Comprido, no Rio de Janeiro, na madrugada de 4 de junho.
- O principal alvo foi a fiação elétrica interna e externa; foram furtados cabos, além de uma caixa de som e um aparelho de ar-condicionado.
- Eletrodomésticos como ferro de passar, aspirador de pó e ventilador de parede tiveram a fiação removida; alimentos na geladeira também foram levados.
- Parte do encanamento da caixa d’água foi danificado, causando infiltração; o terreiro precisará de um bombeiro hidráulico.
- A instituição abriu campanha de arrecadação por Pix para custear os reparos; o caso foi registrado na 1ª8ª Delegacia de Polícia (Praça da Bandeira) como furto qualificado por rompimento de obstáculo e concurso de duas ou mais pessoas.
Criminosos invadiram o Grupo de Caridade Flecha Dourada, terreiro de umbanda localizado na Rua do Matoso, Rio Comprido, durante a madrugada desta quinta-feira (4/6). O principal alvo foi a fiação elétrica interna e externa do imóvel, segundo a entidade.
O grupo afirma que foram furtados todos os cabos de energia, além de uma caixa de som nova e um aparelho de ar-condicionado. Detalhes indicam retirada de fios de caixas de disjuntores e conduítes instalados sobre o forro de drywall.
Itens de uso cotidiano, como ferro de passar, aspirador de pó e ventilador de parede, permaneceram no local, mas tiveram a fiação removida. Alimentos na geladeira também foram levados, aumentando o prejuízo financeiro.
O terreiro sofreu danos no encanamento da caixa d’água, o que causou infiltração no espaço. A instituição informou que precisará de um bombeiro hidráulico para o conserto.
Após o crime, a casa iniciou uma campanha de arrecadação por Pix para custear reparos e reconstrução do espaço. O furto foi registrado na 1ª/8ª Delegacia de Polícia, na Praça da Bandeira, como furto qualificado por rompimento de obstáculo e concurso de duas ou mais pessoas.
Investigação e próximos passos
A organização ressalta que nenhum objeto religioso foi levado, o que leva os responsáveis a acreditar que a invasão não teve motivação religiosa. A Polícia Civil acompanha o caso e apura as circunstâncias da ação.
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