- Falso médico foi preso na manhã desta sexta-feira (5) na Barra da Tijuca, zona Sudoeste do Rio de Janeiro; ele foi localizado na casa dele, no bairro Benfica, zona Norte.
- Investigações começaram após a morte de uma mulher que teria realizado o procedimento com o suspeito; uma segunda vítima também sofreu lesões graves.
- O homem não tinha formação em medicina e realizava abortos sem equipamentos cirúrgicos adequados ou materiais básicos de atendimento de emergência, chegando a usar papel toalha durante os procedimentos.
- Na clínica, agentes apreenderam diversos materiais cirúrgicos e medicamentos relacionados aos procedimentos ilegais; na casa dele, foram encontradas munições.
- Devido ao material encontrado, o suspeito também foi autuado em flagrante por posse ilegal de munição.
Um falso médico suspeito de realizar abortos clandestinos foi preso na manhã desta sexta-feira (5) na Barra da Tijuca, zona Sudoeste do Rio de Janeiro. A prisão ocorreu após diligências da Polícia Civil, que localizou o homem na casa dele, no bairro Benfica, na zona Norte.
Segundo as investigações, o acusado não possuía formação médica e realizava os procedimentos sem equipamentos cirúrgicos adequados. A polícia apura que ele operava em uma clínica declarada como bem estruturada, em meio a situações de risco para as pacientes.
A apuração teve início após a morte de uma mulher que teria realizado um procedimento com o suspeito. Além disso, outra vítima ficou gravemente ferida após atendimento realizado pelo homem. Durante as operações, policiais apreenderam na clínica diversos materiais cirúrgicos e medicamentos relacionados aos procedimentos ilegais, enquanto na residência do suspeito foram encontradas munições.
Dados da ocorrência e desdobramentos
A Polícia Civil informou que o homem foi autuado em flagrante por posse ilegal de munição, além de suspeita de prática de aborto ilegal. Os materiais apreendidos na clínica indicam a atuação clandestina, sem anestesia adequada ou equipamentos básicos de emergência. As investigações devem seguir para esclarecer a linha do tempo, a identidade das pacientes envolvidas e possíveis outros envolvidos.
As autoridades ressaltam que não houve confirmação de certificação médica por parte do suspeito, o que reforça o risco associado aos atendimentos. A polícia também investiga se houve cooperação de terceiros para a operação da clínica clandestina.
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