- Leandro Basílio Rodrigues, conhecido como Maníaco de Guarulhos, afirma ter matado mais de 50 mulheres entre 2006 e 2008; nem todos os crimes foram comprovados.
- A história dele começou aos 17 anos, em Minas Gerais, com a primeira vítima não identificada.
- Em um caso, ele matou a namorada, asfixiou, levou o corpo para a rua, ateou fogo e disse que queimava lixo aos vizinhos.
- Após fugir para Guarulhos, em São Paulo, passou a agir em série, mirando mulheres fragilizadas, muitas com dependência química.
- Ele diz ter estuprado os cadáveres após os homicídios; foi condenado a mais de 100 anos de detenção.
Leandro Basílio Rodrigues, conhecido como o Maníaco de Guarulhos, afirma ter assassinado mais de 50 mulheres entre 2006 e 2008, atividade que o tornou alvo de investigações e cobertura midiática. Segundo relatos, a maior parte dos crimes não foi comprovada pela polícia.
O caso ganhou notoriedade após ele confessar em depoimento ter matado diversas pessoas em Minas Gerais, São Paulo e no Rio de Janeiro. A vítima de estreia, não identificada pela polícia, teria características descritas pelo autor, de acordo com o que foi relatado em seu depoimento.
Durante o período em que morava com o pai em Minas Gerais, o comportamento violento foi registrado, e, ainda menor de idade, ele foi encaminhado a um centro de menores infratores. Posteriormente, mudou-se para Guarulhos, na Grande São Paulo, onde supostamente ampliou os crimes.
Condenação e contexto legal
A Justiça determinou mais de 100 anos de detenção para Leandro Basílio Rodrigues, com base em acusações ligadas a vários homicídios e crimes associados. Ele também é apontado por violências sexuais contra cadáveres em diferentes estados.
Relatos do caso descrevem que ele atraía vítimas em situação de vulnerabilidade, oferecendo substâncias ou drogas, e, em locais isolados, praticava asfixia. O padrão de atuação gerou preocupação sobre a extensão do provável número de vítimas.
A defesa e autoridades discutem a veracidade de todas as acusações, já que nem todas as ocorrências puderam ser comprovadas. O caso permanece sob análise de perícias e investigações complementares para esclarecer a lista de vítimas.
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