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Herói da Segunda Guerra Mundial falece aos 108 anos

Herói da Força Expedicionária Brasileira, o segundo-sargento Nestor da Silva viveu até quase 109 anos e foi promovido por bravura em Montese, deixando legado de disciplina

Nestor da Silva (1917 - 2026)
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  • O segundo-sargento Nestor da Silva (1917-2026) morreu em 30 de maio, aos 108 anos, de falência múltipla dos órgãos, um mês e meio antes de completar 109.
  • Serviu na Força Expedicionária Brasileira e lutou na Itália, em Montese, Gallicano, Monte Castello e Castelnuovo; foi promovido a segundo-tenente por bravura em Montese.
  • Em 1966 concluiu o curso de mestre de salto e, na reserva, atuou no Ministério do Interior e na Fundação Nacional dos Povos Indígenas.
  • Recebeu a Medalha da Ordem do Mérito Nacional em 2013, de Dilma Rousseff, e participou anualmente do desfile de 7 de setembro.
  • Tinha cinco filhos, dez netos e oito bisnetos; vivia com independência até os anos finais e era visto saindo de casa para atividades simples no cotidiano.

O famoso herói da Segunda Guerra Mundial Nestor da Silva faleceu no dia 30 de maio, aos 108 anos. Ele morreu de falência múltipla dos órgãos, em Brasília, onde residia há décadas. A notícia foi confirmada pela família.

Nestor serviu na Força Expedicionária Brasileira (FEB) e participou de batalhas na Itália, incluindo Montese. Destacou-se pela bravura e foi promovido a segundo-tenente durante a ofensiva que levou à tomada de Montese.

Formado em 1917, nasceu em Lagoa Santa, Minas Gerais, em 13 de julho. Ingressou no serviço militar em 1938, integrando o 10º Regimento de Infantaria. Durante a guerra, conduziu prisioneiros alemães para uma cratera e ganhou a promoção por bravura.

Trajetória na Segunda Guerra

Na Itália, integrou o contingente brasileiro que lutou na Campanha Italiana. Combatou também em Gallicano, Monte Castello e Castelnuovo. Retornou ao Brasil após o conflito e ingressou na reserva da Escola Militar do Rio.

Vida após o conflito e legado

No pós-guerra, fez o curso de oficiais da reserva, casou-se com Niva e manteve uma vida ativa. Aos 47 anos fez o curso de paraquedismo militar e, em 1972, foi transferido para a reserva como tenente-coronel. Trabalhou no Ministério do Interior e na Funai.

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