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Jonas Batista encerra trajetória de mais de 40 anos no jornalismo

Após quarenta anos, Jonas Batista encerra a trajetória jornalística por motivos de saúde, deixando legado de credibilidade junto ao público paraibano

Foto: Divulgação/Sistema Correio de Comunicação
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  • Jonas Batista encerrou sua atuação no jornalismo por questões de saúde, após mais de quarenta anos de carreira.
  • Iniciou como paginador/diagramador e atuou como repórter no Sistema Correio da Paraíba, trabalhando no Correio da Paraíba.
  • Um marco de sua carreira foi a cobertura do assassinato do Paulo Brandão, com apuração sob tensão e ameaças.
  • Na década de oitenta, participou dos primeiros passos da televisão na Paraíba, integrando o projeto da TV Correio.
  • Ao longo de sua trajetória, consolidou credibilidade e proximidade com o público, companheira de transformações do jornalismo.

Ao longo de mais de 40 anos, Jonas Batista moldou o jornalismo paraibano, com credibilidade e proximidade do público. Sua atuação abriga uma trajetória marcada pela confiança e pela identificação com a história da Paraíba.

Mesmo diante de desafios, o profissional permanece como referência na imprensa local. Por questões de saúde, ele encerrou a atuação no jornalismo, mantendo, porém, o respeito ao público como marca de sua carreira.

Formado pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Jonas iniciou na comunicação como paginador e diagramador de jornais, ainda na década de 1970. Pouco tempo depois, virou repórter do jornal Correio da Paraíba.

Trajetória e momentos marcantes

Um dos momentos mais marcantes ocorreu durante a cobertura do assassinato do jornalista, advogado e empresário Paulo Brandão. A apuração foi marcada por tensão e ameaças, com a redação frequentemente sob pressão.

Na década de 1980, Jonas participou dos primeiros passos da televisão na Paraíba, integrando o projeto da TV Correio e ampliando sua relação com o público.

Ao longo de mais de quatro décadas, acompanhou transformações do setor e coberturas históricas. O problema cardíaco foi determinante para interromper a atividade que mais gostava: contar histórias e trabalhar em televisão.

Ele afirma que deixar a televisão foi uma das decisões mais difíceis de sua vida, pois ajudou a construir sua identidade profissional, baseada na dedicação ao jornalismo e à apuração responsável.

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