- Junho Violeta é uma campanha de conscientização sobre a violência contra a mulher, com ações educativas, palestras, eventos culturais e iluminação de prédios públicos no Amazonas.
- A iniciativa busca mobilizar a sociedade para prevenção e enfrentamento da violência de gênero.
- Segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, o Brasil registrou mais de sessenta e seis mil casos de feminicídio em 2020, média de 181 mortes por dia.
- No Amazonas, em 2021 foram registrados mais de dois mil e quinhentos casos de violência doméstica e feminicídio.
- A Secretaria de Segurança Pública destaca a importância de denunciar e buscar ajuda nas delegacias especializadas e nos centros de apoio às vítimas.
O mês de junho ganha um foco especial no Amazonas com a campanha Junho Violeta, organizada para alertar sobre a violência contra a mulher e incentivar ações de prevenção. A iniciativa envolve governo e sociedade civil para reduzir casos de violência de gênero.
Dados nacionais apontam que, em 2020, o Brasil teve mais de 66 mil feminicídios, uma média de 181 mortes por dia, segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. A gravidade do problema vai além do homicídio, abrangendo violência física, psicológica e sexual.
No Amazonas, a Secretaria de Segurança Pública informou que, em 2021, houve mais de 2.500 casos de violência doméstica e feminicídio. A campanha visa mobilizar a população, escolas e organizações a denunciar abusos e buscar apoio.
A campanha inclui ações educativas, palestras, eventos culturais e iluminação de prédios públicos com a cor violeta, símbolo da luta. Também reforça a importância de denunciar e procurar delegacias especializadas e serviços de atendimento às vítimas.
Ações e desdobramentos da campanha
O governo estadual destaca canais de atendimento e apoio às vítimas, com orientação sobre direitos e serviços disponíveis. A divulgação busca ampliar o alcance de informações e estimular a denúncia precoce.
Profissionais de segurança ressaltam que o enfrentamento passa pela participação de toda a sociedade, por meio de denúncias, acompanhamento psicológico e medidas protetivas. A mobilização segue ao longo de junho.
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