- Profissionais do Samu do Rio passaram por treinamento de biossegurança para transporte de pacientes com quadro suspeito de Ebola, seguindo protocolo do Ministério da Saúde.
- O treinamento foi realizado por membros do Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas (INI), da Fiocruz, com foco no uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e na preparação das viaturas.
- Duas ambulâncias foram adaptadas para esse tipo de transporte, posicionadas em pontos estratégicos no centro da cidade e na Zona Oeste.
- O plano de contingência envolve integração entre a Central de Regulação, o Transporte Inter-hospitalar e a Comissão de Controle Pré-Hospitalar do Samu.
- Caso suspeito no Rio, de um paciente de Uganda, foi descartado após exames apontarem malária; o paciente continua tratamento fora do protocolo de isolamento.
O Rio de Janeiro treinou equipes do Samu para o transporte de pacientes com quadro suspeito de Ebola. O treinamento seguiu o protocolo do Ministério da Saúde para proteção de profissionais e pacientes, com foco no uso de EPIs e na preparação das viaturas.
Profissionais do Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas (INI), da Fiocruz, conduziram a capacitação em biossegurança. As orientações incluem máscaras, protetores faciais, luvas, aventais impermeáveis e macacões, além da correta paramentação e desparamentação.
Duas ambulâncias foram adaptadas para esse transporte. Elas ficam posicionadas em pontos estratégicos: região central e Zona Oeste. A ação integra o plano de contingência para Ebola da Fundação estadual de Saúde, gestora do Samu.
Bárbara Alcântara, coordenadora-geral do Samu-RJ, informou que, neste momento, equipes já treinadas são direcionadas às operações de paramentação e desparamentação. O objetivo é rapidez aliada a segurança.
O plano envolve integração entre Central de Regulação, Transporte Inter-hospitalar e a Comissão de Controle Pré-Hospitalar do Samu, para otimizar a resposta. O Ministério da Saúde avalia o risco de transmissão no Brasil como baixo.
Caso suspeito no Rio descartado na última semana. Um paciente de Uganda foi levado ao INI pela ambulância do Samu para diagnóstico. Testes apontaram malária; o paciente recebeu tratamento e não permanece em isolamento.
A Secretaria Estadual de Saúde informou que o transporte seguiu, inicialmente, protocolo de biossegurança. Não houve confirmação de Ebola, conforme avaliação local, com manutenção do monitoramento.
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