- O TJRS aprovou, em decisão unânime do Conselho da Magistratura, a mudança de nome de programa de apoio a mães do Judiciário para homenagear a juíza Mariana Francisco Ferreira.
- A partir de agora, o programa passa a se chamar Programa Bem-Estar Materno Magistrada Mariana Francisco Ferreira, proposta pelo corregedor-geral da Justiça, desembargador Ricardo Pippi Schmidt.
- Criado em dois mil e vinte e cinco, o projeto oferece suporte a magistradas e servidoras gestantes, adotantes ou que retornam da licença-maternidade.
- Mariana Francisco Ferreira morreu em seis de maio, após complicações de um procedimento de coleta de óvulos para fertilização in vitro em clínica de São Paulo; era da Vara Criminal da Comarca de Sapiranga e integrava o TJRS desde dezembro de dois mil e vinte e três.
- A morte é registrada como suspeita; a Polícia Civil investiga possíveis falhas no atendimento ou complicações do procedimento. A clínica informou ter prestado assistência e lamentou o ocorrido.
O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS) aprovou a mudança de nome de um programa de apoio a magistradas e servidoras gestantes, para homenagear a juíza Mariana Francisco Ferreira. A decisão foi tomada por unanimidade pelo Conselho da Magistratura (Comag) na terça-feira (2).
A partir de agora, o programa passa a se chamar Programa Bem-Estar Materno Magistrada Mariana Francisco Ferreira. A proposta foi apresentada pelo corregedor-geral da Justiça, desembargador Ricardo Pippi Schmidt. O programa, criado em 2025, oferece suporte a magistradas e servidoras gestantes, adotantes ou que retornam da licença-maternidade.
Programa Bem-Estar Materno Magistrada Mariana Francisco Ferreira
Mariana Francisco Ferreira morreu em 6 de maio após complicações decorrentes de um procedimento de coleta de óvulos para fertilização in vitro realizado em uma clínica de São Paulo. Ela estava lotada na Vara Criminal da Comarca de Sapiranga e integrou o TJRS desde dezembro de 2023.
Segundo o registro policial, a magistrada recebeu alta após o procedimento, mas retornou à clínica com fortes dores, hemorragia e sensação de frio. Ela passou por cirurgia, porém o quadro se agravou. Na madrugada de 6 de maio, sofreu duas paradas cardiorrespiratórias e não resistiu.
O caso foi registrado como morte suspeita e acidental. A Polícia Civil investiga as circunstâncias para esclarecer se houve falha no atendimento ou se a morte foi decorrência de complicações do procedimento médico. A clínica informou ter prestado assistência adequada e lamentou a morte da magistrada.
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