- Homem de 39 anos, Wellington Carlos Silva Gouveia, morreu a tiros em Mauá após uma discussão com Joelson Reis da Cruz, por volta das 7h40 de sexta-feira (5).
- Joelson Reis da Cruz é foragido e teve prisão temporária de 30 dias decretada pela Justiça, após testemunha o reconhecer em foto e afirmar ter visto o momento dos disparos.
- A vítima foi atingida na clavícula e nas costas e morreu por choque hipovolêmico; ele foi socorrido à UPA Barão de Mauá, mas não resistiu.
- O suspeito fugiu em um Renault Sandero preto, registrado em nome da esposa; moradores disseram que ele morava nas proximidades e atuava como motorista de aplicativo.
- Joelson já tinha dois mandados de prisão em aberto: homicídio qualificado (Osasco) para cumprimento de 10 anos de prisão e estupro de vulnerável (Ribeirão Pires) de 18 anos, com recursos rejeitados.
Um homem de 39 anos foi morto a tiros na manhã de sexta-feira (5), em Mauá, na Grande São Paulo, após uma discussão na divisa com Ribeirão Pires. O principal suspeito é Joelson Reis da Cruz, foragido por homicídio qualificado e estupro de vulnerável.
Segundo a PM, Wellington Carlos Silva Gouveia chegou de motocicleta por volta das 7h40 e iniciou o desentendimento. Durante a discussão, Joelson sacou a arma e fez diversos disparos, atingindo o duelista na clavícula e nas costas.
Wellington foi levado à UPA Barão de Mauá, mas não resistiu. A morte foi registrada como choque hipovolêmico causado pelos ferimentos. Moradores disseram que Joelson morava nas proximidades e era motorista de aplicativo.
Investigação e prisões
A polícia identificou Joelson após cruzamento de informações dos sistemas de segurança. O suspeito fugiu em um Renault Sandero preto registrado no nome da esposa.
A Justiça decretou a prisão temporária de 30 dias. A decisão aponta reconhecimento de testemunha que viu o momento em que o acusado pegou a arma e atirou após a discussão.
Histórico criminal e mandados
Joelson já era procurado por dois mandados pendentes. Um, de Osasco, por homicídio qualificado, com pena de 10 anos em regime fechado (maio de 2024). O segundo, de Ribeirão Pires, é por estupro de vulnerável (maio de 2025), com 18 anos de reclusão.
A prisão temporária foi decretada pela Vara do Plantão Judiciário de Santo André para um aprofundamento das investigações, incluindo motivação do crime e localização da arma.
Continua a operação policial para localizar o suspeito e esclarecer as circunstâncias do homicídio. A reportagem aguarda posicionamento das fontes oficiais.
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