- O Estúdio Módulo foi escolhido para projetar a nova sede do Itaú Cultural, na avenida Paulista, apresentado em coletiva nesta segunda-feira.
- O prédio ficará ao lado da Fiesp e terá seis andares expositivos, um teatro com 428 lugares e um auditório para 104 pessoas.
- O projeto busca reduzir limitações de espaço atuais (pé-direito mais alto nas galerias e áreas maiores) para atender a cerca de meio milhão de visitantes por ano.
- As obras devem durar de três a quatro anos, com conclusão prevista para 2031, e serão financiadas integralmente pela Fundação Itaú, sem incentivos como a Rouanet.
- Em 2025, o Itaú comprou um terreno de 1.200 metros quadrados na Paulista, por cerca de R$ 50 milhões, para abrigar a nova torre do centro cultural.
O Itaú Cultural escolheu o Estúdio Módulo para desenhar a nova sede na avenida Paulista. A decisão foi anunciada nesta segunda-feira, após competição entre seis escritórios. O projeto vencedor fica ao lado da sede da Fiesp, quase na esquina com a rua Pamplona.
O Estúdio Módulo é assinado por Marcus Vinicius Damon, Guilherme Bravin e Erica Tomasoni. O estudo paulista venceu a disputa contra FGMF e Libeskindllovet. A coletiva de imprensa marcou o início da fase de elaboração do novo centro cultural.
Voo do projeto e detalhes do edifício
A futura sede terá seis andares expositivos, um teatro com 428 lugares e um auditório para 104 pessoas. Haverá ainda restaurante, café e espaço para crianças, ampliando a oferta cultural para o público.
O terreno urbano tem cerca de 1.3 mil metros quadrados. O pé-direito de galerias será elevado, com alturas de até seis metros, diferente do espaço atual. A construção está prevista para durar de três a quatro anos, com conclusão estimada para 2031.
Financiamento e justificativa
O orçamento não foi definido ainda. O prédio será inteiramente custeado pela Fundação Itaú, sem uso de leis de incentivo. Segundo Alfredo Setubal, presidente do Conselho do Itaú Cultural, o projeto equilibra funcionalidade e arquitetura. O Itaú já afirmou que a obra atende a demanda de público.
O Itaú comprou, no fim de 2025, um terreno de 1.200 metros quadrados na Paulista, ao lado da Fiesp, por cerca de 50 milhões de reais. O objetivo é construir uma torre que acolha o centro cultural, deslocando-se do prédio atual.
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