- Mariângela Moreira faleceu na segunda-feira, 8 de junho, em decorrência de um infarto, e a despedida ocorreu na terça-feira, 9 de junho, no cemitério Campo da Esperança de Taguatinga.
- Familiares e amigos realizaram a homenagem, com integrantes do projeto Vestindo camiseta rosa, símbolo da Rede Feminina.
- Ela atuava ativamente na Rede Feminina de Combate ao Câncer, apoiando pacientes em vulnerabilidade social atendidos pelo Hospital de Base de Brasília, e continuou envolvida nas atividades até antes de sua morte.
- Renata da Luz destacou que Mariângela transmitia paz e era uma pessoa de muita luz; ela também produzia rosas para distribuir nos eventos da organização.
- Sobrinha, Maria Eliza Tourinho, relembra que Mariângela, após enfrentar câncer de mama, se tornou ativista pela prevenção e tratamento da doença.
Mariângela Moreira, ativista ligada à Rede Feminina, morreu na segunda-feira (8/6) devido a um infarto. O velório ocorreu e o corpo foi sepultado na terça-feira (9/6), no cemitério Campo da Esperança, em Taguatinga, Brasília. Familiares e amigos acompanharam a despedida.
A morte abre espaço para relembrar a atuação de Mariângela no apoio a pacientes com câncer em vulnerabilidade social atendidos pelo Hospital de Base. Ela era vista como uma pessoa que transmitia serenidade e luz aos que conviviam com o grupo.
Segundo pessoas próximas, Mariângela mantinha atuação ativa na Rede Feminina até pouco antes de falecer. Ela participava de atividades como artesanato para o projeto e produzia rosas utilizadas em eventos de divulgação.
Despedida e legado
Durante a cerimônia, integrantes do projeto vestiam camisetas rosa, cor associada à Rede Feminina. Mariângela foi sepultada com a camisa da instituição e cercada por flores da mesma tonalidade.
A sobrinha Maria Eliza Tourinho relembrou a trajetória da tia, que, após enfrentar um câncer de mama, passou a defender a prevenção e o tratamento da doença. Ela descreveu Mariângela como ativista dedicada à causa.
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