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Mounjaro investiga venda clandestina de canetas emagrecedoras em academias do Rio

Quarta fase da Operação Mounjaro apura venda clandestina de canetas emagrecedoras em academias do Rio, com mandados na Barra da Tijuca, Recreio, Campo Grande e em São Paulo

Policiais cumprem mandados de busca e apreensão na quarta fase da "Operação Mounjaro"
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  • A Polícia Civil deflagrou a quarta fase da Operação Mounjaro, que mira a venda clandestina de canetas emagrecedoras em academias no Rio de Janeiro.
  • Mandados de busca e apreensão foram cumpridos na Barra da Tijuca, Recreio dos Bandeirantes, Campo Grande e na cidade de São Paulo.
  • A investigação acompanhou as redes sociais de um dos responsáveis pelo fornecimento; os remédios não tinham controle sanitário e a procedência é desconhecida.
  • A operação já teve três fases: maio, quando uma mulher foi presa no Recreio; abril, com a prisão de um casal em Oswaldo Cruz; e junho de 2025, início da investigação sobre importação ilegal sem aprovação da Anvisa.
  • Participa da ação a Delegacia do Consumidor (Decon).

A Polícia Civil deflagrou a quarta fase da Operação Mounjaro, voltada à venda clandestina de canetas emagrecedoras no Rio de Janeiro. A ação mira uma ramificação da cadeia criminosa que vendia os medicamentos em academias das Zonas Oeste e Sul. Mandados de busca e apreensão foram cumpridos na Barra da Tijuca, Recreio dos Bandeirantes, Campo Grande e na cidade de São Paulo.

As diligências foram conduzidas pela Delegacia do Consumidor (Decon). Segundo a corporação, os remédios comercializados tinham procedência desconhecida e não passaram por controle sanitário. A investigação se iniciou após monitoramento das redes sociais de um dos suspeitos.

Em maio, durante a terceira etapa, uma mulher foi presa em flagrante no Recreio dos Bandeirantes, onde armazenava os medicamentos. Anteriormente, em abril, um casal foi detido em Oswaldo Cruz, na Zona Norte, com produtos de origem incerta.

Desdobramentos das fases anteriores

A primeira etapa, em junho de 2025, identificou a organização criminosa suspeita de importar ilegalmente os medicamentos de perda de peso sem autorização da Anvisa. A segunda fase prendeu um casal que tentava descartar materiais jogando uma caixa pelo telhado.

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