- A polícia aponta que Jingwey Su, de 35 anos, morto no centro de São Paulo em novembro de 2025, tinha ligações com a máfia chinesa e com o tráfico de metanfetamina.
- Investigação da Polícia Civil indica que o crime ocorreu por desavenças dentro do tráfico da droga na capital paulista.
- Duas mulheres chinesas foram presas pela operação, ligadas à quadrilha que controla o tráfico na região da Liberdade; outros dois suspeitos foram detidos em março.
- A polícia aponta que o tráfico de metanfetamina em São Paulo é resistido por um pequeno grupo de imigrantes chineses que atuam principalmente no centro; a origem da droga é ainda investigada.
- Em abordagem policial, foram apreendidos 65 gramas de metanfetamina, suficientes para cerca de 600 doses; o potencial de revenda pode chegar a até R$ 200 mil.
O crime ocorreu na rua Senador Felício dos Santos, no bairro da Liberdade, em São Paulo, em novembro de 2025. Jingwey Su, imigrante chinês de 35 anos, foi morto a tiros. A Polícia Civil informou que o assassinato está ligado a desavenças no tráfico de metanfetamina na capital.
Segundo o DHPP, a investigação aponta vínculos da vítima com uma organização chinesa ligada ao comércio da droga na cidade. Evidências encontradas em pertences e mensagens indicam negociações frequentes envolvendo drogas. Não há confirmação de que as suspeitas envolvem diretamente o homicídio.
Nesta quarta-feira (10), duas mulheres chinesas foram presas pela investigação, suspeitas de participação na quadrilha que domina o tráfico de metanfetamina em São Paulo. Outras duas pessoas foram capturadas em março, no mesmo contexto.
O delegado Bruno Cogna afirmou que o crime decorreu de dissidências dentro do grupo de traficantes. Entre os itens apreendidos estavam 65 gramas de metanfetamina, suficiente para cerca de 600 doses. O material pode ser revendado por até R$ 200 mil, segundo a polícia.
A operação também revelou que o tráfico na capital é conduzido por um grupo restrito de imigrantes chineses atuando principalmente no centro da cidade. A origem da droga continua em apuração, com clientes também sendo estrangeiros residentes na região. Moedas de sete países diferentes foram encontradas durante as prisões.
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