- Deolane Bezerra está presa preventivamente na Penitenciária Feminina de Tupi Paulista desde 21 de maio, em investigação ligada à Operação Vérnix e ao suposto esquema de lavagem de dinheiro com o PCC.
- Ela aguarda uma decisão da Justiça sobre um novo habeas corpus.
- A irmã de Deolane, Daniele Bezerra, disse ao Metrópoles que a influenciadora teve crises de pânico e já foi socorrida duas vezes, com a pressão chegando a 9 por 6.
- Daniele afirmou ainda que houve infestação de escorpiões na unidade e que Deolane matou quatro escorpiões em um único dia.
- Segundo a irmã, Deolane não consegue comer as refeições da prisão por causa de utensílios de higiene das refeições que, segundo ela, estão inadequados.
Deolane Bezerra, presa preventivamente desde 21 de maio após a Operação Vérnix, enfrenta uma série de problemas de saúde e questões sanitárias na Penitenciária Feminina de Tupi Paulista, interior de São Paulo. Ela aguarda decisão judicial sobre novo pedido de habeas corpus.
Segundo a irmã da advogada e também colega, Daniele Bezerra, a unidade já teria socorrido Deolane em duas ocasiões devido a crise de pânico. A pressão arterial chegou a 9 por 6 e houve aplicação de soro pela equipe de enfermagem.
Daniele afirmou ainda que a situação se agravou com relatos de infestação de escorpiões no presídio. Deolane, segundo a irmã, teria reagido com crises emocionais e não fica sozinha na cela durante a noite.
Sobre a alimentação, a família alega dificuldades com a higiene dos utensílios. Deolane não estaria consumindo as refeições servidas, pois estaria incomodada com a condição dos pratos, o que, conforme a irmã, comprometeria a alimentação.
A defesa de Deolane sustenta que a prisão pode ter impactos na saúde da advogada. A defesa aguarda, no entanto, a análise de novo habeas corpus pelo Judiciário, sem comentar detalhes sobre o andamento da investigação.
A reportagem ouviu a família, que reforça trata-se de um contexto de vulnerabilidade em meio a medidas cautelares. As informações foram obtidas por meio de entrevista com Daniele Bezerra ao portal Metrópoles.
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