- No dia sete de junho, em São João da Barra, Rio de Janeiro, uma mãe gravou vídeo em que ameaça tirar a vida do filho de cinco meses e do irmão, de 1 ano e 11 meses.
- Nas imagens, a mãe agride o bebê com tapas e pressão no rosto, apertando bochechas e o bico, enquanto mostra o outro filho. O vídeo foi enviado ao ex-companheiro para pressionar o pagamento de pensão.
- A mulher foi presa em flagrante no domingo; na terça-feira, a justiça concedeu liberdade provisória com medida cautelar, mas as crianças não foram devolvidas.
- O bebê de cinco meses está sob acolhimento do Conselho Tutelar; o menino de 1 ano e 11 meses permanece com o pai, que não é o pai biológico do bebê.
- O Conselho Tutelar de São João da Barra informou que registrou boletim de ocorrência e encaminhou as vítimas à Sala Lilás para acolhimento e atendimento especializado.
Uma mãe foi detida após gravar um vídeo em que afirma que vai tirar a vida de seu bebê de cinco meses e do irmão, de 1 ano e 11 meses. Nas imagens, a criança é abalada com tapas e pressão no rosto. O material foi enviado ao ex-companheiro, pai do bebê, para pressioná-lo a pagar pensão.
O caso ocorreu em 7 de junho, em São João da Barra, no Rio de Janeiro. Segundo apurações, a agressora mostra o bebê chorando e o outro filho, e afirma que pretende ceifar a vida das duas crianças. A denúncia chegou ao Conselho Tutelar por meio de vídeo encaminhado anonimamente.
A mãe foi presa em flagrante no domingo (7), mas recebeu liberdade provisória com medida cautelar na terça (9). As crianças não foram devolvidas à mãe: o menino de 1 ano e 11 meses ficou com o pai, e o bebê permanece sob acolhimento do Conselho Tutelar, pois o pai não compareceu no momento.
Desdobramentos e atuação das autoridades
O Conselho Tutelar de São João da Barra confirmou as ações após verificar as agressões. O órgão registrou boletim de ocorrência na 145ª Delegacia de Polícia e encaminhou as vítimas à Sala Lilás, serviço de acolhimento e atendimento a violência contra mulheres e crianças. O bebê de cinco meses permanece no acolhimento institucional; o outro menor está sob responsabilidade do pai, que não é pai biológico do bebê.
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