- Audi apresenta a terceira geração do Q7 na Europa, com a plataforma PPC, motores eletrificados e opções para diferentes mercados, incluindo Estados Unidos.
- Destaca-se o novo motor 3.0 V6 TDI com tecnologia MHEV de 48 volts, oferecendo 245 ou 299 cv, com gerador elétrico que acrescenta torque em acelerações.
- O topo da linha fica por conta do SQ7, que volta a usar o motor 4.0 V8 biturbo aliado ao sistema híbrido leve, alcançando 590 cv e 80 kgfm de torque, de 0 a 100 km/h em 3,7 segundos.
- Nos Estados Unidos, o Q7 recebe configuração própria com motor 2.9 V6 biturbo a gasolina de 429 cv e o SQ7 com o mesmo V8 de alto desempenho, ambos com tração integral quattro e reboque de até 3,5 toneladas.
- A cabine traz painel digital curvo em OLED, sistema multimídia atualizado, suspensão pneumática adaptativa de série, rodas de até 23 polegadas e lanternas OLED com assinatura personalizável; há opção de seis ou sete lugares.
O novo Audi Q7 foi apresentado na Europa, marcando a entrada da terceira geração da linha em um momento de foco em motores eletrificados. A fabricante revelou a plataforma PPC (Premium Platform Combustion), com opções que incluem versões movidas a diesel, gasolina e híbridas leves. A aposta brasileira na adaptação ao mercado global também ganhou visibilidade com o anúncio de estratégias para manter a década de vida útil dos motores a combustão na região.
Entre os destaques, o motor 3.0 V6 TDI com tecnologia MHEV de 48 volts surge como principal novidade da Europa, oferecendo duas calibrações de potência e um gerador elétrico que amplia o torque em situações de aceleração. O conjunto permite, ainda, desligar parcialmente o motor em desacelerações para redução de consumo e emissões.
A linha mantém o Q7 como SUV de luxo com capacidade para até sete ocupantes, mas amplia as opções mecânicas. O topo de linha SQ7 traz o motor 4.0 V8 biturbo aliado ao sistema híbrido leve, atingindo 590 cv e 80 kgfm de torque, com aceleração de 0 a 100 km/h em 3,7 segundos.
Estados Unidos ganham variações específicas. O Q7 local estreia com o 2.9 V6 biturbo a gasolina, com 429 cv, enquanto o SQ7 permanece com o V8 de 590 cv. Todas as versões americanas mantêm tração quattro, câmbio automático de oito marchas e reboque de até 3,5 toneladas.
A cabine do Q7 europeu aposta em elementos tecnológicos recentes, incluindo painel OLED curvo, sistema multimídia atualizado e opções de seis ou sete lugares. Bancos individuais na segunda fileira passam a ser novidade para o modelo, reforçando o foco em conforto e versatilidade.
No pacote de acabamento, a suspensão pneumática adaptativa vem de série, com rodas que podem chegar a 23 polegadas. Faróis Digital Matrix LED também aparecem na linha para o mercado americano, refletindo avanços de iluminação exigidos pelo regulamento local.
Ainda não há confirmação oficial sobre a chegada da nova geração ao Brasil. O atual Q7 brasileiro segue com o motor 3.0 V6 TFSI de 340 cv, aliado a um sistema híbrido leve de 48 volts. A montadora não divulgou cronograma para a estreia no país, apenas a expectativa de acompanhar a apresentação internacional.
A Audi frisa que a estratégia de motores busca suprir diferentes tipos de combustível renovável, estendendo a vida útil dos motores a combustão na Europa. A empresa destaca que o Q7 continuará a evolução com opções híbridas plug-in no futuro e novas variantes para mercados específicos.
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