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Homem é encontrado amarrado a poste; polícia investiga tortura no Rio Grande

Polícia investiga possível tortura após homem de 47 anos ser encontrado amarrado a poste em Rio Grande; vítima não compareceu à delegacia

Homem amarrado a poste
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  • Homem de 47 anos é encontrado amarrado a um poste em Rio Grande, na noite de quarta-feira (10); ocorrência mobilizou a Brigada Militar.
  • Vítima foi localizada por volta das 18h; nenhum suspeito foi identificado no local.
  • Vídeos que circulam nas redes mostram o homem com uma faixa relacionada a supostos furtos e pintado, em aparente exposição pública.
  • Polícia Civil trabalha a hipótese de que moradores teriam identificado a vítima como autor de furtos e promovido um “justiçamento”; ainda não há confirmação de crime ou relação com um fato específico.
  • A testemunha não aceitou prestar depoimento, dificultando o esclarecimento das circunstâncias; investigação também busca identificar responsáveis e analisar imagens e provas.

O homem de 47 anos foi encontrado amarrado a um poste em Rio Grande, no Sul do Estado, na noite de quarta-feira, 10. A Polícia Civil investiga a possibilidade de tortura. A Brigada Militar foi acionada por volta das 18h e encontrou apenas a vítima no local.

Imagens que circulam nas redes mostram o homem preso ao poste e com uma faixa relacionada a supostos furtos. As cenas indicam que ele teria sido pintado durante a ação, em uma aparente exposição pública, segundo registros.

Linha de investigação e estado da vítima

A Polícia Civil afirma que a principal linha é a de que moradores da região teriam identificado o homem como suspeito de furtos e decidido promover um tipo de “justiçamento”. Ainda não há confirmação de crime cometido pela vítima e a conexão com o episódio não foi esclarecida.

A vítima não compareceu à delegacia para prestar depoimento, o que dificulta a apuração. Não foi possível confirmar se houve agressões físicas ou qual é o estado de saúde atual. Os antecedentes do homem incluem roubos, furtos, lesões e ameaças, mas a polícia ressalta que isso não justifica violência. A investigação segue para identificar autores e analisar imagens e outras provas.

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