- O Instagram afirmou que o mapa de localização foi disponibilizado acidentalmente para usuários brasileiros na quarta-feira, 10 de junho, e que está trabalhando para corrigir o erro.
- A função permite ver a posição exata de seguidores mútuos em um mapa, incluindo locais de postagens em stories, e foi apresentada por meio de um pop-up no app.
- A novidade estava totalmente funcional no Brasil apenas por curto período e já não aparece mais na seção de mensagens diretas; a configuração voltou a ser apenas “Ocultar story e live”.
- O recurso foi lançado nos Estados Unidos em agosto de 2025 e reproduz uma função já conhecida do Snapchat de compartilhamento de localização em tempo real.
- A repercussão entre brasileiros incluiu críticas sobre privacidade e segurança, com cobrança de cautela ao não ativar o recurso e em alguns casos relatos de preocupação com assédio.
O Instagram confirmou que errou ao disponibilizar temporariamente o mapa de localização para usuários brasileiros nesta quarta-feira, 10 de junho, e já removeu a função. A novidade permitia mostrar a posição de amigos em um mapa, incluindo locais de publicações, Stories e mensagens diretas. A Meta disse que o recurso foi disponibilizado acidentalmente e que trabalha para corrigir o problema.
A funcionalidade já existia nos Estados Unidos, lançada no meio do ano passado, e chegou ao Brasil de forma abrupta. Ao abrir o app, usuários viam um pop-up anunciando o “mapa do Instagram” e eram direcionados à nova seção de localização. Hoje, o recurso não aparece mais entre as opções de mensagens.
Segundo a Meta, a equipe está ajustando a ferramenta, que passou a ficar indisponível sem aviso local. Enquanto isso, a opção de “Ocultar story e live” substituiu a antiga configuração de “Story, live e localização”, indicando o recuo da funcionalidade. A remoção ocorreu sem explicação adicional.
Ainda durante a repercussão, internautas destacaram preocupações com privacidade e segurança. Críticas nas redes sugeriam riscos de stalking e apontavam que o recurso poderia expor posições de usuários. Em respostas governamentais, houve cobrança por esclarecimentos sobre proteção de dados.
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