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Morte de Thaynara, carbonizada em vala, permanece sem solução após 2 anos

Família reclama da falta de avanços nas investigações sobre a morte de Taynara, encontrada carbonizada em Ceilândia; suspeitos seguem soltos e caso é redistribuído

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  • Quase dois anos após a morte de Taynara Lorrana da Silva Matheus, de 21 anos, ela foi encontrada carbonizada dentro de uma vala em Ceilândia, no Distrito Federal.
  • A irmã da vítima, Thais Silva, 19 anos, afirma que a investigação não avança e que suspeitos continuam em liberdade.
  • Taynara deixou um filho de 4 meses na época; hoje o garoto tem 2 anos.
  • A família diz que a polícia reuniu informações sobre um homem e duas mulheres ligados ao caso, mas não houve imagens que comprovassem a participação na cena; um dos suspeitos teria comentado o crime pela região.
  • O caso foi transferido recentemente para a Coordenação de Repressão a Homicídios e de Proteção à Pessoa (CHPP), sem comunicação prévia à família; o corpo foi encontrado em 28 de agosto de 2024, na QNM 36/38, Ceilândia, próximo ao Setor M Norte, Taguatinga.

O caso de Taynara Lorrana da Silva Matheus completa quase dois anos sem solução. A jovem, de 21 anos, foi encontrada carbonizada em Ceilândia, com sinais de violência. A família diz não haver avanços no inquérito e afirma que suspeitos continuam em liberdade.

A irmã da vítima, Thais Silva, de 19 anos, relata que investigadores reuniram informações sobre um homem e duas mulheres ligadas ao caso, mas não há imagens que comprovem a presença deles na cena. Ela diz que parte dos relatos pode circular entre vizinhos, sem confirmação oficial.

Segundo Thais, a família acompanhou de perto as apurações desde o início, chegando a prestar depoimento quase diariamente. Ela lembra do momento em que, no começo, a polícia informou o ocorrido à casa da família.

A irmã afirma que o caso foi transferido recentemente para outra unidade da Polícia Civil, sem comunicação prévia. Ela relatou que, ao buscar informações, foi recebida com a informação de que o inquérito havia saído da Deam II e ido para a CHPP.

Transferência do caso

O corpo de Taynara foi encontrado em 28 de agosto de 2024, em uma área descampada na QNM 36/38, Ceilândia, próximo ao Setor M Norte, em Taguatinga. A vítima apresentava ferimentos e estava carbonizada; a Deam II chegou a considerar a hipótese de feminicídio.

A Polícia Civil informou que, em razão da complexidade, o inquérito está em redistribuição para a Coordenação de Repressão a Homicídios e de Proteção à Pessoa (CHPP). Segundo a instituição, novas informações serão divulgadas apenas após o andamento na unidade especializada.

A família enfatiza que a ausência de respostas agrava o sofrimento diário. Thais ressalta que Taynara deixou um filho de 4 meses à época, hoje com 2 anos, e que a falta de informações impede que a criança conheça o que aconteceu com a mãe.

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