- Narcisse Dupré-Paule, diretor do Saint Barth Tourisme, esteve em São Paulo nesta semana para apresentar um lado diferente de Saint Barth.
- O encontro ocorreu em almoço promovido por Camilla Guebur e destacou cultura e história local da ilha.
- Também foi discutida a sustentabilidade do território ultramarino francês, com destaque para um ecocentro que transforma resíduos em energia para dessalinizar a água do mar.
- A água doce é um desafio para a ilha, tornando esse sistema de dessalinização especialmente relevante.
- O Brasil ocupa a quarta posição entre os países cujos moradores visitam Saint Barth, ficando um pouco atrás do México.
Narcisse Dupré-Paule desembarcou em São Paulo nesta semana para apresentar um lado pouco conhecido de Saint Barth. O encontro ocorreu durante almoço promovido por Camilla Guebur, presidente do 50 Best Latin America, e teve foco na cultura e na história da ilha caribenha francesa.
O diretor do Saint Barth Tourisme ressaltou aspectos culturais, incluindo tradições locais e o patrimônio da ilha. A apresentação buscou ampliar a visão de Saint Barth além do turismo de luxo.
Outro tema discutido no encontro foi a sustentabilidade da ilha. Dupré-Paule citou o ecocentro, que transforma resíduos em energia para dessalinizar água do mar, solução importante para uma região sem fontes naturais de água doce.
Sustentabilidade e atratividade turística
O executivo explicou que o ecocentro é parte de estratégias da ilha para reduzir impactos ambientais. A iniciativa se revela decisiva para manter a resiliência hídrica de Saint Barth em cenários de seca.
Além disso, o diálogo com o público brasileiro apontou o Brasil como mercado relevante. Atualmente, o Brasil ocupa a quarta posição entre os países com residentes que visitam Saint Barth, atrás apenas do México.
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