- A Polícia Civil de São Paulo apreendeu 34 mil peças automotivas falsificadas em lojas da capital e da região metropolitana, nesta quarta-feira (10).
- Três pessoas foram presas em flagrante, com idades de 32, 38 e 57 anos.
- A ação foi conduzida pela 4ª Delegacia de Investigações sobre Furtos e Roubos de Cargas, do Departamento Estadual de Investigações Criminais, e identificou esquema de falsificação de peças.
- Além das peças, foram apreendidos celulares, notebooks e outros equipamentos para perícia; mais de quatro mil componentes e 30 mil peças sem identificação apresentavam logotipos de fabricantes do setor.
- A operação é a segunda fase da Matrix Paralela; na primeira fase, foram apreendidas 80 mil peças e houve uma prisão em flagrante.
A Polícia Civil de São Paulo apreendeu 34 mil peças automotivas falsificadas em lojas de autopeças da capital e da região metropolitana. Três pessoas foram presas em flagrante durante a operação, realizada nesta quarta-feira, 10, em um desdobramento da investigação que apontou esquema de falsificação.
A ação foi conduzida pela 4ª Delegacia de Investigações sobre Furtos e Roubos de Cargas (Divecar), do Deic. Os investigadores identificaram o funcionamento do esquema e cumpriram mandados de busca autorizados pela Justiça em lojas da capital paulista e de São Bernardo do Campo, no ABC paulista.
Mais de quatro mil componentes e 30 mil peças sem identificação, com logotipos de marcas do setor automotivo, foram apreendidos. Representantes técnicos das marcas envolvidas acompanharam as atividades e constataram indícios de falsificação. Além das peças, foram apreendidos celulares, notebooks, computadores e outros equipamentos para perícia.
Detalhes da operação
A investigação, que teve início em maio, é a segunda fase da Operação Matrix Paralela. Na etapa anterior, foram cumpridos dois mandados em Diadema e São Bernardo do Campo, resultando na apreensão de 80 mil peças e a prisão de uma pessoa em flagrante. Os casos foram registrados como cumprimento de mandado de busca e apreensão, crime contra as relações de consumo, crime contra o registro de marca e apreensão de objeto.
As peças apreendidas deverão passar por perícia técnica para confirmação da autenticidade. A investigação segue sob supervisão de Thiago Félix.
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