- O menino Arthur de Mello da Silva, de 11 anos, teria comido um pedaço de bolo e ficou internado desde o dia 1º de junho.
- O bolo teria sido envenenado, e Arthur passou a apresentar mal-estar; ele foi levado ao hospital pela família.
- Depois de 11 dias internado no Hospital Estadual Ricardo Cruz, em Nova Iguaçu, o garoto morreu na noite da última quinta-feira, vítima de parada cardíaca.
- A Polícia Civil encaminhou o caso à Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense; laudos médicos, toxicológicos e periciais devem esclarecer o que ocorreu.
- Familiares dizem que Arthur participou de festa da avó materna no dia 31 de maio; o pai pediu uma investigação completa envolvendo todos que tiveram contato com ele.
O caso envolve a morte de Arthur de Mello da Silva, um menino de 11 anos que não resistiu após ingerir um bolo supostamente envenenado. O garoto estava internado desde o dia 1º de junho no Hospital Estadual Ricardo Cruz (HerCruz), em Nova Iguaçu, Rio de Janeiro. Segundo apuração, o bolo teria sido levado da casa da mãe para a escola e, ao retornar para casa, Arthur passou mal e precisou de atendimento médico imediato.
Conforme o relato da família e do hospital, Arthur apresentou vômitos pouco após comer o alimento. O hospital confirmou o falecimento na noite de uma quinta-feira, ocorrendo 11 dias após a internação, mesmo com a atuação da equipe médica. A direção do HerCruz lamentou a morte e se coloca à disposição para esclarecimentos adicionais.
A polícia do Rio de Janeiro encaminhou o caso à Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense. A investigação não descarta nenhuma linha de apuração e aguarda os laudos médicos, toxicológicos e periciais para definir responsabilidades. Investigadores ressaltam que ainda não houve conclusão sobre as causas do óbito.
Investigação e próximos passos
Familiares relatam que o bolo pode ter sido consumido também em uma festa anterior, na mesma semana, o que complica o quadro clínico. Não houve confirmação de que se trate do mesmo bolo, nem de relação direta entre os dois eventos. A perícia deve esclarecer se houve possibilidade de intoxicação ou outra condição médica. A família aguarda respostas oficiais sobre o caso.
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