- A Polícia Civil do Rio investiga a origem de uma mensagem atribuída ao Comando Vermelho que anuncia toque de recolher em comunidades da Zona Oeste.
- O panfleto cita bairros como Taquara, Curicica, Biquinha, Colônia e Cidade de Deus e orienta moradores a ficarem em casa.
- Não há confirmação de que o conteúdo tenha sido produzido pelo Comando Vermelho, mas a Polícia Militar reforçou o patrulhamento nas áreas mencionadas.
- A apuração ocorre em meio a tensões entre facções do tráfico e milícias na cidade, que tem ampliado a influência em comunidades e atividades locais.
- Até o momento, não foi confirmada a existência de uma ordem formal de toque de recolher nem de cumprimento efetivo nas comunidades citadas.
A Polícia Civil do Rio de Janeiro abriu uma investigação para apurar a origem de uma mensagem atribuída ao Comando Vermelho (CV) que circula nas redes sociais e em apps de mensagens. A mensagem anuncia um suposto toque de recolher em comunidades da Zona Oeste da cidade, nesta semana.
O texto cita bairros e comunidades da região, como Taquara, Curicica, Biquinha, Colônia e Cidade de Deus. Segundo o portal Metrópoles, os autores orientam moradores a permanecer em casa e mencionam uma suposta ofensiva da facção contra grupos milicianos locais.
Ainda não há confirmação de que a mensagem tenha sido produzida por integrantes do Comando Vermelho. A Polícia Militar informou ter intensificado o patrulhamento nas localidades citadas no panfleto, como medida preventiva diante da circulação da mensagem.
A investigação ocorre em um contexto de tensões entre facções do tráfico e organizações paramilitares em diferentes áreas da cidade, que busca ampliar influência sobre comunidades e atividades econômicas locais. Não foi confirmada a existência de uma determinação formal de toque de recolher nem de episódios que comprovem o cumprimento da ordem.
Situação atual e próximos passos
As autoridades ressaltam que o conteúdo permanece em apuração, com coleta de informações e verificação de origem. O andamento do inquérito pode esclarecer se houve circulação decisiva da mensagem e quem a teria divulgado. Também continua o monitoramento das áreas mencionadas.
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